Para enriquecer esse debate, reproduzimos abaixo uma matéria do site italiano waterpoloweb com críticas à organização da Copa do Mundo FINA. O site waterpoloweb, por sinal, tem se caracterizado por criticar com veemência a forma como o polo aquático é conduzido pela Federação Italiana (FIN), pela LEN e pela FINA. Nesse artigo, que tem o sugestivo título de "Enésimo torneio anônimo", o pessoal do waterpoloweb cobra uma postura mais ativa da FINA com relação ao polo aquático no que concerne a divulgação dos eventos. O artigo, entre outras coisas, critica a escolha de Oradea, na Romênia, como sede da Copa do Mundo e sugere que o polo seja levado às grandes cidades do planeta, chegando, inclusive, a citar o Rio de Janeiro.
Num outro artigo publicado essa semana, o waterpoloweb reproduz o e-mail de um leitor, um jovem amante do polo aquático de Nápoles, na Itália, que relata o seu calvário para tentar conseguir ingressos para o Campeonato Europeu que será realizado no final de agosto em Zagreb, na Croácia. O rapaz relata indignado, a inexistência de venda de bilhetes on-line para o Campeonato e a impossibilidade de comprar com antecedência ingressos para as fases decisivas. Tudo isso no coração da Europa, num mundo cada vez mais conectado via internet.
Realmente, algumas adaptações são necessárias para que o jogo se torne mais atraente para espectadores e telespectadores, mas parece evidente que o maior problema do polo aquático atualmente está fora d'água.
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