segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Basquete muda gestão e volta a atrair público e patrocínio
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Falta de investimento prejudica formação de jogadores de polo aquático no DF
Prova disso está no nome de uma das principais equipes da cidade: Jurássicos. Formada há 15 anos, ela reúne apenas jogadores da categoria master, acima de 30 anos. A conquista mais recente foi o bronze, ganho no ano passado durante o Pan-Americano da modalidade, disputado no Rio de Janeiro. Alem de abrigar atletas veteranos, o time integra pessoas empenhadas em evitar que a modalidade caia no esquecimento.
O Distrito Federal tem aproximadamente 150 jogadores de polo. Estima-se que apenas 10% represente a categoria de base. A escassez de novatos decorre de um conhecido problema do meio esportivo amador: a falta de investimento. No polo aquático, no entanto, a situação parece ser ainda pior. "Nós temos poucos centros de treinamento, e os profissionais são mal pagos. Já houve muitos professores na cidade, mas a maioria abandonou porque foi tentar ganhar a vida de outra forma", lamenta Carlos Penna, diretor de esportes aquáticos do Minas Brasília Tênis Clube e membro do Jurássicos. Além da escolinha de Penna, apenas dois lugares oferecem a modalidade: o Iate Clube e o Defer.
Outro dado que explica o motivo de boa parte dos praticantes serem mais velhos está no momento de iniciação do grupo. Na década de 1980 e 1990, o polo aquático ainda constava nos Jogos Escolares e Universitários. Hoje, está fora. "Nós íamos de sala em sala juntando quem sabia nadar e formávamos um time. Foi quando o esporte se difundiu, teve um efeito fantástico", lembra Paulo Pita, instrutor da Secretaria de Esportes que também começou o polo por influência escolar. "Sem esse incentivo, está mais complicado. As crianças têm de jogar com adultos, fica um trabalho desigual", lamenta. Algumas das soluções encontradas para ao menos diminuir as diferenças foram a adoção de aulas exclusivas aos pequenos nos fins de semana e o uso de traves apropriadas.
Penúria barra competidores
O pouco investimento no polo aquático não ocorre somente na categoria de base. Com a terceira colocação no campeonato, o time candango conseguiu classificar-se para o Mundial Master. No entanto, como não captou recursos por patrocínio externo ou por meio do programa Compete, da Secretaria de Esportes, ficou sem condições de viajar até Riccione, na Itália.
Treinos animados
A falta de novos integrantes no polo aquático não desanima os praticantes mais antigos. Durante um treino rotineiro, o clima se iguala ao de uma competição: gritos, reclamações com o juiz e animada comemoração após os gols são constantes. As atividades reúnem pessoas de diversas idades e até jogadores de equipes adversárias.
Nos treinamentos do Minas, por exemplo, a professora universitária Priscila Andrade, de 34 anos, está acostumada a se destacar como a única representante feminina. "Larguei o balé para treinar polo há 7 anos. Queria algo outdoor, coletivo e divertido. Encontrei tudo aqui. Até temos um time feminino, mas fica bastante disperso", diz a jogadora. Na falta de companheiras, o jeito é treinar entre os homens. "Venho de biquíni mesmo, sem constrangimentos. Há alguns que preferem jogar entre eles, tratam igual o futebol. Mas a maioria, além de me receber bem, ensina e dá conselhos."
Também acostumado a dividir as piscinas com um público diverso, Luis Cláudio Garcia elege essa possibilidade de múltipla interação como o principal benefício da modalidade. "Somos uma família. Estamos sempre unidos, brincando um com o outro. Isso faz com que os que começam a treinar não larguem mais", comenta o empresário de 46 anos, jogando nas piscinas há 30. "Só fico triste de não poder trazer minha filha. Falta incentivo para que os jovens venham conhecer", lamenta.
Das piscinas para a cachoeira
Brasília não se destaca como referência no polo aquático, mas um lugar a aproximadamente 200km da capital da República atrai centenas de atletas da modalidade todos os anos. A Cachoeira de São Bento, localizada na Chapada dos Veadeiros (GO), tradicionalmente recebe equipes de todo o país no Campeonato Brasileiro em Águas Correntes. Neste ano, a disputa está agendada para 7 de setembro.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Esportes Olímpicos - Matéria do O Globo
Infelizmente em relação ao polo aquático, entra apenas como informação geral, tendo em vista a não participação tanto do masculino quanto do feminino nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012.
O país não participa da modalidade nos Jogos de Londres e volta o seu foco para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, onde já está garantido por ser sede. No último Pan, tanto o masculino quanto o feminino subiram ao pódio, ficando com a medalha de bronze, mas apenas a seleção campeã garantia a vaga olímpica.
A Hungria domina o esporte. Além de serem os atuais bicampeões olímpicos, os húngaros estão na liderança do quadro geral de medalhas da modalidade, com 15 (9 de ouro). O curioso é que todas as medalhas foram conquistada pelos homens.
No feminino, que vai apenas para sua quarta edição em Olimpíadas, o duelo é mais equilibrado. A equipe da Holanda, atual campeã olímpica, terá de suar para vencer concorrentes fortes como Estados Unidos, Austrália, Itália e até mesmo a Hungria, que busca sua primeira medalha com as mulheres
É uma modalidade coletiva praticada em uma piscina. Cada equipe é constituída por 13 jogadores (7 titulares e 6 reservas). A área de jogo deve ser de 30x20m e deverá ter uma profundidade de pelo menos 2 metros. Os jogadores não podem tocar nas laterais ou no fundo da piscina durante a partida.
Assim como o basquetebol, a modalidade tem um determinado tempo de ataque (35 segundos). Quando esse tempo acaba sem conclusão da jogada a bola é devolvida para o adversário. O objetivo do jogo é marcar o maior número de gols e as partidas são divididas em quatro períodos de oito minutos
Para evitar lesões graves em contatos ríspidos dentro da água, os jogadores de pólo aquático são obrigados a usar uma touca com protetores para as orelhas, semelhantes aos usados por jogadores de rúgbi. Aliás, o rúgbi foi o esporte que inspirou o jogo na sua criação, porém, posteriormente o pólo ganhou mais semelhanças com o handebol.
Uma curiosidade do esporte: entre todos os jogadores dentro da piscina, apenas o goleiro pode segurar a bola com as duas mãos ao mesmo tempo. No caso dos demais jogadores a atitude é punida com falta
terça-feira, 5 de junho de 2012
Atletas sobre incentivos ao Polo Aquático: Falta Vontade
Rudá e Grummy falam sobre o polo aquático e a gestão do esporte brasileiro em geral
Publicada em 04/06/2012 às 07:00 - ssiste: www.lancenet.com.br
São Paulo (SP)
Um esporte coletivo cujo principal objetivo é fazer gols. A frase descreve perfeitamente o futebol, mas também define o polo aquático. Rudá Franco e Gustavo “Grummy” Guimarães, atletas do Sesi e da Seleção Brasileira de polo aquático, receberam a reportagem do LANCENET! e falaram sobre o cenário da modalidade no Brasil.
A Seleção Brasileira de Polo Aquático jamais conseguiu uma medalha olímpica, apesar de já ter conquistado 12 medalhas pan-americanas desde 1951. A próxima chance dos selecionados do polo aquático será em 2016, 32 anos depois da última participação masculina nos Jogos Olímpicos nesse esporte. Atualmente, a Seleção Brasileira disputa a Liga Mundial.
O amadorismo é uma das principais características do polo aquático no Brasil. Nesse aspecto, o Sesi-SP destacou-se profissionalizando a prática dessa modalidade. Além disso, a instituição vem difundindo esse esporte pelo interior de São Paulo através de escolinhas para as categorias de base, algo ressaltado por Rudá e Grummy.
Confira a entrevista exclusiva do LANCENET! com Rudá e Grummy.
LANCENET!: Quando vocês decidiram jogar polo aquático?
Grummy: Vem um pouco de família. Tentei outros esportes, fui experimentando, só que eu tenho uma família que, desde o meu avô, praticou polo aquático (João Gonçalves Filho foi jogador de polo aquático e participou de sete Olimpíadas). Então eu entrei com sete anos, fui pegando gosto e até hoje pratico o polo aquático.
Rudá: É quase a mesma história. Meu pai jogava polo aquático também, meu irmão mais velho começou a jogar e eu segui os passos de meus familiares e comecei a jogar polo aquático também.
L!: Quais foram os principais desafios que vocês enfrentaram no início da carreira?
G: No começo era mais um lazer. Depois você começa a levar mais a sério, querer jogar em alto nível. Eu enfrentei um desafio que foi morar na Espanha, jogar pelo Barceloneta (Club Natacion Atletic Barceloneta), o que foi difícil. Aí eu abracei a ideia do Sesi-SP de ajudar a profissionalizar o esporte. Aqui é o único clube profissional do Brasil. Cheguei a ir para o Pan de Guadalajara, que foi o campeonato mais importante que eu participei.
R: O polo aquático é um esporte amador no Brasil. Nós temos vários problemas em termos de estrutura, de confederação, campeonatos e jogos. Nós dois tivemos a experiência de jogar no exterior. Joguei dois anos na Espanha e lá o campeonato é organizado, você joga oito meses e aqui nós sempre sofremos com o amadorismo. Agora com o Sesi, que está profissionalizando o esporte, sendo o primeiro clube do Brasil a profissionalizar o polo aquático, esse negócio já está mudando, a confederação já tem uma liga nacional mais extensa e já está muito melhor para jogar no Brasil.
L!: Quais as características essenciais que um atacante deve ter no polo aquático?
R: O atacante tem de ser rápido. O polo aquático é um esporte que, pelo tempo de ataque, você deve ter um raciocínio muito rápido, a noção do que está acontecendo e do que pode acontecer. O atacante deve ser um cara rápido, que olha para o gol o tempo todo, tem de ter faro de gol mesmo e, como é um esporte coletivo, tem de tentar ajudar todo mundo.
L!: E você Grummy, quais são as características essenciais de um utilitário?
G: O utilitário pode jogar como um atacante, como o Rudá falou, de fazer mais gols, ir mais pra cima, ou posso armar mais o jogo, fazer uma função de defender o centro, já que a maioria dos times joga em função desse centro.
L!: Quais foram os aprendizados que a eliminação do Pré-Olímpico trouxe para vocês?
G: Do Pré-Olímpico fica uma lição: a grande experiência que nós adquirimos lá. Jogamos contra grandes equipes, grandes jogadores, então o ponto positivo de não termos nos classificado, se é que existe um ponto positivo, foi a experiência que adquirimos.
R: Que sirva de lição, né? Temos uma Olimpíada em casa, então nós já estamos classificados. Se a gente continuar no mesmo esquema de treinamento, o negócio vai ficar complicado, mesmo porque em casa não dá para fazer feio. Temos de treinar bastante, para estar no nível dos europeus. Precisamos jogar lá fora, fazer jogos internacionais, para chegar ao nível deles mesmo.
L!: Já existe algum planejamento para esses jogos?
R: Já. De dois anos pra cá, nós já fizemos muitas viagens para a Croácia, fizemos mais viagens de treinamento e jogamos muito mais campeonatos do que jogávamos antigamente. A Seleção é renovada, então temos que passar nossa experiência. Treinamos bem forte para o Pan-americano, cerca de oito horas por dia. Treinamos juntos por um mês, fomos para a Croácia, tivemos muita experiência internacional antes do Pan. Foi muito bom para ir a essa competição. Mas esse trabalho deve ser contínuo, não pode parar.
L!: Rudá, como estudante de administração, como você avalia a gestão do esporte brasileiro em geral?
R: Em geral, com as Olimpíadas aqui no Rio de Janeiro, eles vão dar ênfase a vários esportes. Mas o Brasil sofre com o futebol. Não tem como bater de frente com ele. Hoje em dia, a Liga de Vôlei está muito boa, assim como a Liga de Basquete que consegue atrair estrangeiros, dinheiro e patrocínio. Isso faz com que o esporte evolua, né? Mas para alguns esportes, como o polo aquático e para alguns outros esportes amadores, ainda é muito difícil. Nós esperamos que, depois de Londres e do ciclo olímpico brasileiro, venham mais patrocinadores e a própria administração da confederação seja voltada a evolução do atleta para que consigamos um bom resultado no Rio.
L!: Quais são os patrocinadores do polo aquático?
R: Aqui no Sesi-SP nós não temos (patrocinadores), mas a confederação tem os Correios, o Bradesco, a Sadia, Lei de Incentivo ao Esporte e a Speedo, que dá o material esportivo.
L!: Quais fatores vocês acham que faltam para que o polo aquático se torne um esporte popular no Brasil?
R: O Sesi-SP é uma chave para massificar o esporte. O Sesi Ribeirão (Preto), Sesi Franca e Sesi São Carlos têm escolinhas de polo aquático. Isso é muito importante. Falta um pouco a confederação tentar massificar o esporte, pois há clubes do Nordeste que estão tentando entrar para o eixo Rio-São Paulo, para conseguir jogar conosco, mas ainda falta um pouco de intercâmbio. Faltam profissionais para trabalhar na área. Aqui em São Paulo tem falta de treinadores, por exemplo. Vivemos em um país tropical e esse é um esporte dentro da água, que tem gol, é emocionante, então para massificar falta vontade de todos.
L!: Vocês já acompanharam esse trabalho de perto?
R: Já. Geralmente, nossas pré-temporadas no Sesi são em unidades no interior. Já fizemos pré-temporadas em Jundiaí, em Ribeirão (Preto) no ano retrasado e também já fomos para outros lugares. Acompanhamos esse trabalho de perto. No começo desse ano, também trouxeram todos os meninos de Ribeirão, Franca e de São Bernardo para treinarem com a gente. Isso é muito importante para nós e para eles também. Para nós porque temos uma noção de que servimos de exemplo e para os meninos, para terem alguém em que se espelhar também.
G: Acho que o Sesi entrou para massificar e de pouquinho em pouquinho e está mudando a história. O Sesi está crescendo, os outros estão vendo isso e estão querendo crescer junto. Com o profissionalismo, nós atletas, nos sentimos com um pouco mais de obrigação de corresponder. Enquanto é amador, é amador. Quando começa a profissionalizar, a vontade de crescer junto com o esporte é muito grande.
L!: Qual a nota que vocês dariam para o esporte brasileiro? Em que nível o esporte brasileiro está?
G: Olha, no polo aquático costumamos dizer que há três escalões no mundo: o dos campeões mundiais, que são as equipes do Leste Europeu; em um segundo escalão, que são aquelas que estão de 6º a 10º lugar; e nós estamos em um terceiro escalão. Disputamos para chegar em um 12º lugar, não nas últimas colocações, mas em colocações mais abaixo. Então, de 0 a 10, estamos no (nível) 4 ou 3, talvez. Ainda falta muito para nós evoluirmos e para todo o resto evoluir também.
R: Eu dou nota 4. O atleta brasileiro precisa ser mais profissional também. Agora que está começando a profissionalizar o esporte no Brasil, você precisa mudar a mentalidade do pessoal. Nos últimos dois anos, mudou muita coisa em relação ao que era antigamente. O atleta treina oito horas, tem uma visão profissional do esporte, mas isso precisa estar na cabeça de todo mundo para chegarmos ao segundo escalão. Batemos de frente com o Canadá, por exemplo, que é do segundo escalão. Perdemos de dois gols do Canadá, já ganhamos (dessa equipe), perdemos o Pan-americano por fatalidade do Canadá (o Brasil caiu nas semifinais diante da Seleção Canadense), mas nós estamos entre o segundo e o terceiro escalão.
L!: Uma curiosidade: de onde vem seu apelido, Grummy?
G: Quando eu comecei a jogar, aos sete anos, treinava com o pessoal mais velho e eu tinha uma voz um pouco grossa. O pessoal falava que eu parecia um (personagem animado) que é o Glomer, mas o pessoal errou e começou a me chamar de Grummy. Eu não assumia, começava a falar que eu era o Gustavo, e se você ficar bravo, aí realmente (o apelido) “pega”. Depois que “pegou”, eu assumi porque é um jeito diferente. Aqui no Sesi tinha um outro atleta com o mesmo nome. Hoje eu prefiro que me chamem de Grummy.
L!: Para quem quiser seguir nesse esporte, qual é a dica que vocês dão?
G: Acho que não tem idade certa para começar. Você pode começar com sete, dez anos. Você deve ter vontade de se dedicar, se empenhar, estar disposto a fazer uma coisa que é um pouco diferente. Se gostar de um esporte que precise fazer gol (risos), eu dou a dica de vir para o polo aquático.
R: Dedicação. Esse é o primeiro esporte em dificuldade de trabalhar mais grupo muscular, então é um esporte muito cansativo. É preciso ter dedicação, sonhar alto, pensar em jogar na Seleção Brasileira, em ser campeão brasileiro.
domingo, 3 de junho de 2012
Comentários no site uol sobre a postagem anterior
JCODGDG
sábado, 2 de junho de 2012
Atletas olímpicos desembarcam em São Paulo para atividades nos clubes paulistas
Veljko Uskokovic: Natural de Cetinje, antiga Yugoslavia e atual Montenegro, nasceu em 1971. Em 2000, foi campeão da Liga Européia com Bečej, tetracampeão nacional (Yugoslavia). Com a seleção de Sérvia-Montenegro foi campeão do European Championship em 1991, 2001 e bronze em 1997. Em 1998 e 2001, foi bronze no World Championship. Em 2000, conquistou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Sydney.
terça-feira, 27 de março de 2012
O Esporte Não Pode Nunca Estar Dissociado Da Educação, Nem Quando Se Fala Em Alto Rendimento
"Uma das funções precípuas do esporte é tornar o praticante uma pessoa melhor para a sociedade. E é verdade, quem o pratica aprende coisas que somente o esporte ensina. E somente quem é do esporte entende. Antigamente o esporte cumpria melhor com seus dois papéis essenciais: promover saúde e criar indivíduos melhores para a sociedade. Mesmo o atleta de alto rendimento, de nível olímpico, não treinava à exaustão, como é hoje em dia. Seu condicionamento físico geral, enquanto esporte saúde, era mais adequado. E o atleta também, paralelamente à sua atividade física, tinha outra atividade profissional, estudava, trabalhava. Com o passar do tempo, o esporte distanciou-se desses objetivos. Atualmente atletas de alto nível treinam em dois períodos, vivem no limite de suas capacidade, o que proporciona lesões em série, não tem tempo para mais nada e vivem exclusivamente dos ganhos que a atividade desportiva competitiva lhes proporciona. A razão disso é o profissionalismo exacerbado e a ânsia de ganhar cada vez mais dinheiro. Também é a busca desenfreada por dinheiro que leva o atleta a se dopar. Claro que nos dias atuais, não podemos exigir dos atletas de alta performance que tenham no esporte uma mera atividade diletante. Mas o atleta, ainda assim, pode ter alerta que não fazer nada mais do que treinar e competir pode ser ruim para ele. Isto porque o tempo de atleta de um indivíduo, se comparado com todo o período de sua vida é muito curto. Portanto, alguém que dos 15 aos 30 anos não tenha feito outra coisa que não treinar e competir, quando abandonar o esporte de competição, não saberá fazer outra coisa. Será ruim para o próprio, que pode ficar à margem do mercado de trabalho, enfrentando dificuldades financeiras. E também não será bom para a sociedade, uma vez que a pessoa pode se tornar um peso social, um inútil. Quando isso ocorre, é o esporte atuando justamente no sentido contrário do que deveria ser. Em vez de preparar pessoas melhores para o convívio social, o esporte servirá para criar pessoas que, mais tarde, poderão enfrentar sérios problemas de toda ordem. São poucos os atletas profissionais que conseguem fazer um “pé de meia” que lhes dê tranquilidade pelo resto da vida. Mesmo no futebol, os salários altos são para uma minoria. E não é raro vermos atletas que foram fenomenais, passando por dificuldades financeiras e psicológicas após terem deixado de competir. Por isso, por mais que a profissão de atleta exija muito de quem a exerce, ele não pode deixar de pensar no futuro. E tentar conciliar a prática desportiva com outra ocupação que lhe possibilite continuar sendo cada vez mais útil à sociedade. E também é por essa razão que o esporte nunca deve caminhar dissociado da educação, nem quando falamos em alto rendimento."
segunda-feira, 19 de março de 2012
O rugby invade a Baixada

No país do futebol, um grupo de jovens da Baixada Fluminense fundou um time de Rugby. Em bom português râguebi, uma espécie de variação do futebol, onde uma bola oval é conduzida pelos jogadores com as mãos. O esporte teria surgido, inicialmente na cidade inglesa de Rugby, em 1823.
O time da região não tem tanto tempo assim, claro. Foi criado há quatro anos através do Orkut, incentivado pela copa do mundo de 2007.
Para o criador do time, Vitor Magalhães, a copa aflorou nos jovens o desejo de conhecer mais o esporte e a pesquisar sobre o assunto. Mas, para tristeza geral, não existia rugby na região.
— Queríamos treinar, mas só existiam clubes na Zona Sul. Então lancei no Orkut a semente: "Rugby em Nova Iguaçu, por que não?" De repente a galera foi chegando, de vários municípios e, em 2008, fundamos o Maxambomba Rugby Clube — conta Vitor.
Para dar uma mãozinha, $época, Marcelo Rodrigues, jogador do Guanabara Rugby, de Copacabana, estabececeu residência em Nova Iguaçu e se ofereceu para ser o técnico do time laranja e branco.
Em quatro anos de vida, o Maxambomba participou de três campeonatos estaduais: em 2009, não conseguiu completar por falta de estrutura financeira; em 2010 foram os vice-campeões estaduais e, no ano passado, voltou a cair, ficando com a 4ª colocação na série B.
O objetivo do jogo é simples. Os jogadores devem ultrapassar a linha de fundo adversária e tocar a bola no chão, o que vale cinco pontos e dá direito a um chute extra, que deve passar entre as traves e vale dois pontos. Os jogadores são erguidos para alcançar a bola nos laterais; os passes têm que ser dados para trás, mas pode-se chutar para frente; e há três linhas de impedimento num mesmo momento.
Esporte atrai ambos os sexos
Quem observa o jogo, pela primeira vez, acha o esporte violento. Mas, apesar de ser um jogo de contato, eles defendem que não é bruto como parece. Elas também: seis meninas integram a equipe Maxambomba.
Tatiane Ribeiro Moura, de 18 anos, descobriu o esporte através de amigos. Ela queria emagrecer e não é que deu resultado?
— Em dois anos perdi oito quilos — comemora.
Já a capitã do time, Jéssika Campos, de 19 anos, explica a escolha:
— Nunca me encaixei em nenhum tipo de esporte coletivo. No rugby encontrei contato e velocidade e acho que estou me enquadrando bem — diz.
O preparador físico do time Niger Morie, de 29 anos, garante que ele é muito menos violento em termos de lesão do que outras modalidades.
— O preparo físico visa a aproximar ao máximo a potência, força, velocidade e agilidade — comenta Niger Morie.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Bolsa-Atleta: avanços e recuos
Postagem do Blog do José Cruz alocado dentro do site: www.uol.com.br de 13/03/2012 às 8:11 horas
Pela primeira vez, oito anos depois de ter sido criada, a Bolsa-Atleta teve solenidade para a divulgação dos nomes dos mais de quatro mil contemplados.
Faz sentido. A cerimônia, em São Paulo, foi mais uma etapa do roteiro do ministro Aldo Rebelo para recuperar a imagem e credibilidade do Ministério do Esporte e, por extensão do PCdoB, seu partido.
Porque, como muito já se comentou, a Bolsa-Atleta era um dos setores que carecia de tratamento profissional. E ganhou.
Programas de longo prazo de governo precisam de atualizações freqüentes e o Bolsa tem, agora, faz sua primeira grande reforma. Mas ainda tem falhas.
Que me desculpem os gestores do programa, entre eles Marco Aurélio Klein, com quem troco idéias frequentemente. Ele se esforça para, enfrentando a burocracia do Executivo, tentar dar rumo e atualizar o pagamento dos valores.
Mas são duas questões que tomo a liberdade de comentar:
A Portaria 164 do Ministério do Esporte de outubro do ano passado estabelece novos critérios para a concessão da Bolsa.
Passou a exigir, por exemplo, seis competidores de estados diferentes nas provas (natação, atletismo, tênis, hipismo etc), para homologar o benefício da Bolsa aos campeões.
Essa exigência repercutirá negativamente junto aos paralímpicos, principalmente, pois há carência de atletas que se enquadrem na mesma classificação. E se forem agrupados atletas com deficiências próximas alguém levará vantagem na disputa.
Portanto, isso contradiz o texto da lei da Bolsa Atleta, que determina contemplar os melhores, independentemente do número de competidores.
Patrocínios
Em segundo lugar: o primeiro nome da lista dos contemplados com a Bolsa-Atleta divulgada ontem é Thomaz Bellucci.
Tenista profissional, Thomaz tem patrocínios do Banco Votorantim, Correios, Gilette, Adida e Wilson. Assim como Robert Scheidt, atleta do Banco do Brasil, também patrocinado pela CNA, Prada e Rolex.
No entanto, esses e tantos outros atletas consagrados e, por isso, já com excelentes patrocínios, são os que mais recebem do Ministério do Esporte.
Premiar os melhores com mais faz sentido. Mas se o objetivo da Bolsa é contribuir para o desenvolvimento dos atletas, e os que estão na base são os que, sem outros apoios porque ainda não são famosos, menos recebem. Em decorrência, passam por maiores dificuldades para evoluir. Isso é real para quem frequenta pistas, piscinas, quadras de tênis etc.
Insisto no atleta da base: continua desassistido.
O dinheiro da Lei Piva não chega até ele; muito menos patrocínios. E o valor de sua bolsa é pequeno diante das necessidades de viajar para competir, se alimentar adequadamente, pagar academia, técnico, comprar equipamentos etc.
Nas minhas andanças de rotina converso com atletas e técnicos da iniciação e sei bem o que é a luta para tentar chegar ao topo. E o próprio governo tem interesse nessa evolução, pois a renovação das equipes é indispensável.
A Bolsa-Atleta é mais um na série que o governo federal dispõe para contemplar o esporte de rendimento. Por isso, a avaliação precisa levar em conta o contexto geral dos recursos aplicados – patrocínios, orçamento ministerial, Lei de Incentivo, Lei Piva etc – e não de forma individual, como ocorre.
Portanto, mais do que uma revisão o programa precisa de uma rigorosa avaliação, para que os valores públicos não se concentrem na cúpula, na elite, no atleta pronto e já contemplado com poderosas marcas. Mas uma revisão que leve os técnicos do Ministério aos locais de treinos e ali conheçam a relidade e dificuldades afins para se formar um atleta no Brasil.
Finalmente: sugiro a leitura do recente trabalho do Professor Fernando Franco, do Centro de Estudos de Atletismo, em que ele demonstra, com números oficiais, as disparidades na concessão da Bolsa. Em próximas mensagens comentarei sobre esse trabalho.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Piscina do Botafogo continua interditada
No final do ano passado, postamos que a piscina do Botafogo de Futebol e Regatas, a famosa piscina suspensa do Mourisco Mar estava interditada, logo após a sua inauguração por problemas ocorridads logo após a reinauguração dela. Hoje matéria divulgada no jornal RJTV da REDE GLOBO demonstra que infelizmente nada foi feito. E a equipe de polo aquático do Botafogo que ano passado já foi prejudicada o ano todo sem poder utilizá-la, corre o risco de ficar também em 2012, sem utilizá-la. quarta-feira, 7 de março de 2012
Cuidado com oferta que não vale a pena
Recebemos e agradecemos ao senhor André Bovis, o e-mail abaixo, que serve de alerta para ofertas que nem a própria CBDA tem coragem de chancelar, aliás é típico da atual direção do polo aquático, nunca ser culpado de nada.
"Se eu tivesse escrito no potoff com as palavras q eu gostaria para descrever essa pessoa provavelmente meu comentario seria deletado. Eu sinto pena desse tecnico para ser bem sincero. Ele perdeu uma perna devido a um cancer e toma muitos medicamentos e por causa disso seu comportamento chega a ser quase como o de uma pessoa com problemas mentais. Ele conseguiu ser tecnico aqui na minha universidade pois de fato ele eh bom em uma coisa : mentir! ele te promete um milhao de coisas e no final tudo balela, mais com isso por muito tempo ele conseguiu trazer muitos atletas para a universidade, muitos horriveis e sem bolsa atletica, mais q ele prometia q iam ter uma chance no time e no final era so mais um numero para a faculdade, e melhor ainda, pagando full tuition. Por isso que ele conseguiu segurar o trabalho por alguns anos, por que ele recrutava bem , ate q nao deu mais, agente provou pro presidente q ele tinha problemas e nao tinha condicoes de ser tecnico de um time universitario. Minha sorte foi q nos dois anos q eu tive ele como tecnico aqui agente tinha um servio q era atleta do partizan aqui jogando e todos ouviam a ele como tecnico. Mais os treinos eram horriveis, ele literalmente nao faz ideia de nada com nada! nos jogos ele espera algum atleta gritar pra pedir tempo ai ele pede tempo e na prelecao ele pede pra cada atleta falar o q acha q agente tem q fazer no jogo e pro capitao do time falar, ele LITERALMENTE nao fala nada a respeito de polo aquatico propiamente dito. ele so fala pra se comportar bem durante o jogo. Vc pode ler isso e achar q eu estou exagerando mais se vc perguntar pros outros 3 brasileiros que jogaram aqui eles irao falar a mesma coisa!porem a respeito da universidade que ele eh tecnico agora, acredito que realmente seja bem reconhecida em termos academicos isso eh verdade...mais eles nao dispoe nem de uma piscina funda para treinar, eles tem somente uma piscina raza e nao estao associados a nenhuma conferencia nem nada, eles so jogam torneios chamados invitationals , e isso se o nivel for mto ruim para eles serem convidados porque o time foi recem formado ano passado. eu poderia passar o dia inteiro aqui te escrevendo loucuras q esse cidadao ja fez . eu so estou me manifestando justamente porque eu nao quero q outras pessoas caiam na furada q eu cai!no final das contas minha experiencia nao foi tao ruim porque minha universidade e tem bastante enfase esportivamente e meu time sempre teve muitos atletas internacionais, e nos ultimos dois anos outro servio do time virou tecnico. e tambem claro, pela oportunidade q eu tive de me formar em 2 cursos, oq eh mais importante, e atraves de jogar polo aquatico. Eu so queiro q se alguem pense em ir pra la pelo polo aquatico, saiba o que esperar a respeito desse tecnico, e por favor me escreva depois para dizer se qualquer coisa q eu disse a respeito dele eh mentira."
andre bovis atleta da hebraica
terça-feira, 6 de março de 2012
Mais uma matéria de Rugbi
Abaixo transcrevemos a postagem do site: www.terra.com.br, sobre mais uma jogada de marketing da Confederação Brasileira de Rugbi, detalhe na postagem que é o porta-voz da confederação é o Diretor de Marketing, e não um pessoa que centraliza tudo, inclusive ofertas furadas de jogar nos Estados Unidos com treinador não muito são e faculdade que não disputa a NCAA americana:Postagem do site: www.terra.com.br - 05 de março de 2012 às 19:04 horas - atualizado às 19:58 horas.
A Seleção Brasileira de rúgbi será conhecida a partir de agora como "Os Tupis", em referência à etnia indígena do país, segundo o anunciado nesta segunda-feira pela Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) ao divulgar resultado de uma enquete realizada pela internet.
A decisão de realizar essa escolha foi feita para seguir o modelo de muitas seleções do rúgbi mundial que são conhecidas por apelidos, como os "All Blacks" da Nova Zelândia, os "Pumas" da Argentina, os "Wallabies" da Austrália e os "Springboks" da África do Sul.
O emblema será o rosto de um índio tupi e será incorporado à camisa da seleção em maio, junto ao escudo da Confederação Brasileira de Rúgbi. Além do índio tupi, que obteve um 47,16% dos votos registrados no site da confederação, também foram propostos os apelidos "sucuri" e "araras".
"Ter um símbolo próprio dará um toque mais afetuoso à seleção, que poderá ser chamada e conhecida por um apelido e assim terá uma relação diferente com a torcida e os próprios jogadores", declarou o diretor de marketing da entidade, Carlos Eduardo Davoli.
No Brasil, o rúgbi não está entre os esportes mais populares, mas a inclusão da modalidade de sete jogadores nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, já começa a levar muitos jovens a trocar a bola de futebol pela oval.
No Brasil, estão registrados 123 clubes e praticam o esporte cerca 9 mil jogadores, dos quais aproximadamente 1,8 mil são menores de 19 anos.
sábado, 3 de março de 2012
Um dia especial para a divulgação do polo aquático
Isto demonstra que pequenas idéias para a divulgação do polo aquático, podem ser bem sucedidas. Alguém lembra de alguma idéia neste ano para divulgação do polo aquático brasileiro pela CBDA? Estamos praticamente há 4 anos das Olimpíadas do Rio de Janeiro e o polo aquático nada literalmente.
Hoje, dia 2 de março o grupo de rendimento de Polo Aquático da Vila Leopoldina esteve em Mogi das Cruzes.
Foi um um dia super especial, que o pessoal de Mogi nos recebeu muito bem.
O principal objetivo do dia era passar aos alunos da escola do SESI o dia-a-dia de nossos jogadores.
Treinamos junto com o pessoal do PAF, os meninos deram autografos, fotos, presentes, palestras...etc. Passamos um pouco de nossa experiência de jogadores e do nosso trabalho para eles.
Esperamos ter correspondido as expectativas, pois o pessoal de Mogi arrebentaram na recepçao.
Obrigado Mogi, com certeza logo mais estaremos ai.
| Betao conversando com os alunos do SESI - Mogi |
| Cirilo ensinando o garoto a fazer a posiçao aranha |
| JP brincando!! |
| Bianca recebendo o premio das maos de Felipinho |
| Autógrafos |
| Presente do time para o diretor Auclesio (bola assinada por todo o time) |
| Apresentaçao do time |
| os alunos |
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Confederação de handebol lança projeto para criar "Seleções B"
Após merecidas férias, e de "conduzir" muito bem a seleção brasileira adulta feminina, o descobridor do Brasil, retorna e como sempre dando um "banho de comentários na postagem feito pelo blog potóff-clique aqui. " Inclusive com uma declaração bombástica : "O polo aquático não vai acabar no mundo todo, pois é um esporte de família, razão pela qual o gosto pela prática passa de gerações em gerações . Pode não aumentar o público mas garante que não acaba." E complementa com a declaração que chamamos de CTI do Polo Aquático: cada um ao seu modo, para ele não morra", ou popularmente: cada macacao em seu galho". E graças a Deus em 2016 me aposento e entra outra geração de cada família: CBDA, Árbitros e Atletas.
Enquanto isso, outras confederações tentam criar algum fato novo, como a Confederação Brasileira de Handebol, que transcrevemos abaixo:
Presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira lançou neste sábado um projeto a fim de melhorar as categorias de base da modalidade. De olho nos Jogos Olímpicos de 2016 e 2020, o mandatário pretende criar centros de treinamento pelo País para criar "Seleções Nacionais B", com atletas entre 16 e 21 anos.
O projeto conta com a realização de cinco fases de treinamento por ano, com duração de até dez dias. Os treinos serão seletivos e terão atletas mais novos. Assim, poderão ser formadas equipes nacionais com 28 jogadores: as seleções de cada centro jogariam entre si para que os melhores fossem escolhidos.
"Com esse projeto, vamos realizar um sonho e contribuir para revelar talentos e proporcionar o maior nível de desenvolvimento do handebol em nossa história. Todos os Estados serão beneficiados com a chance de ter atletas e dirigentes na Seleção", disse Manoel Luiz Oliveira, durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade, em Aracaju, no Sergipe.
Para abrigvar um dos centros, as cidades candidatas precisam ter a seguinte estrutura: um ginásio nas medidas oficiais e com piso flutuante, atendimento médico, fisioterápico e odontológico, alojamento, alimentação, água, gelo, transporte interno, segurança e sala de reunião.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS AQUÁTICOS (CBDA) ENTREGA PRÊMIO DE MÉRITO AQUÁTICO NA FIESP
Desde 2008, Skaf investiu 7 milhões no Polo Aquático ao criar o time do SESI-SP e construir a primeira piscina oficial da modalidade na América Latina, localizada no SESI-SP da Vila Leopoldina.O equipamento possibilitará que a seleção brasileira, bronze no Pan-Americano de Guadalajara 2011, possa treinar em condições de fazer frente às principais potências deste esporte nos jogos olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.A última Olimpíada que o Brasil disputou na modalidade foi a de Los Angeles,em 1984, graças ao boicote comunista aos jogos. Antes disso, nossa seleção disputou os Jogos Olímpicos de 1968, na Cidade do México, e ficou com o13º lugar. Na ocasião não existia a disputa do torneio Pré-Olímpico, criado em 1980.
Estarão presentes os atletas de Polo Aquáticodo SESI-SP Gustavo Grummy Guimarães e Franco Rudá, medalhistas de bronzeno Pan-Americano de 2011 em Guadalajara, o ex-atleta e supervisor de Polo Aquático do SESI-SP Gilberto Guimarães, medalha de bronze no Pan-americanode 1987 em Indianápolis, entre outros atletas da Natação e do Polo Aquáticoda entidade. Hoje, o SESI-SP tem 600 alunos de Polo Aquático e 5.200 alunosde Natação, sendo que 90 e 150 deles, respectivamente, são confederados.
FIESP
Data e Hora: 14 de fevereiro de 2012– 15h30
Local: Av. Paulista, 1313 - 14º andar(Sala Ferradura)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Cerimônia da Parceria Paineiras e Projeto Futuro
http://www.jcdigital.com.br/flip/Edicoes/15278%3D12-02-2012/20.PDF
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A grande idéia dos meninos do Esporte Clube Pinheiros
Como diz o Nuzman, esses meninos tem um excelente currículo e demonstram que idéias boas e inovadoras podem ser aproveitadas e implementadas e que não custam tal caro como dizem.
A previsão de começo de transmissão é a partir do Campeonato Paulista Júnior em março, acima reportagem completa do programa Planeta Água da ESPN Brasil sobre este excelente projeto.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Gestão olímpica: a escola do fracasso
Postagem do blog: Jose Cruz situado dentro do site: www.uol.com.br de 06.02.2012 - às 0:49 horas.
Há 21 anos, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro tinha apoio unânime dos presidentes das confederações. Prestigiado por gestão de sucesso – também longuíssima, outros 21 anos – na Confederação de Vôlei, não havia opositores.
Agora, cinco ciclos olímpicos depois de ter chegado ao COB, seis cartolas não apóiam Carlos Nuzman. Registra-se o impressionante surgimento de um opositor a cada três anos e meio. E por que essa idolatria de longo prazo?
“Porque há carência de pessoas”, respondeu Carlos Nuzman aos repórteres Eduardo Tironi e Michel Castellar, do diário Lance, deste domingo.
Por etapas:
Até 2001 havia queixas, choros, lamúrias de que faltava “apoio”. Dinheiro, em outras palavras.
Veio a Lei Agnelo Piva que seria “a redenção do esporte olímpico”. Veio a Bolsa Atleta
Foi editada a Lei de Incentivo ao Esporte. De três estatais, hoje são oito financiando o esporte olímpico e paraolímpico. Em 2003 criaram um ministério específico, do Esporte, que despeja dinheiro do orçamento nas confederações.
Revelação
Mas, mesmo diante dessa fartura de fontes de recursos, Nuzman nos revela que não temos “pessoas qualificadas” – para gestores … Por isso, os mesmos continuam nos cargos.
Indiretamente, Nuzman passa o atestado da incompetência da cartolagem – que o apóia. Foram incapazes, mesmo com muito dinheiro, de formar novos quadros. E explica, por extensão, o motivo de o COB não projetar medalhas em novas modalidades nos Jogos de Londres: nossos dirigentes são inexperientes, despreparados, amadores.
E os poucos que conseguem se salvar dessa catástrofe olímpica ganha o alvará de continuísmo — segundo Nuzman. Assim, pela carência de competentes atropela-se a democracia, a renovação, como ocorreu com Jorge Lacerda, o mais recente golpista na gestão do esporte, ao rasgar a lei para se manter no poder.
Isolamento
Os argumentos de Carlos Nuzman reforçam a tese do isolamento do COB e das confederações da sociedade esportiva em geral. Governam independentes, sem diálogo, ignoram a universidade, sede do saber, da pesquisa e da formação de gestores, sim senhores. Mas quem orienta quem neste baile de cada um por si? Somos um país olímpico com carência de especialistas no assunto. Haja importações milionárias… pois há dinheiro público para tanto. E quem se beneficia desse saber importado?
“Eu trabalho com uma equipe que facilita muito”, disse Nuzman aos repórteres. É a “Escola do COB” e o resto que se lixe – e pela entrevista não há outra expressão, é resto mesmo!
Enfim, é mais uma entrevista triste essa de Carlos Nuzman, pois revela o que tenho escrito, sobre o desmando generalizado do nosso esporte de rendimento. Temos instituições, leis, fartíssimos recursos financeiros. Mas não temos um plano integrado de todos os segmentos, metas, prioridades, planejamento. Como o dinheiro do contribuinte entra fácil é cada um por si, e isso sugere estarmos num processo de desperdício constante. E desperdício contínuo de talentos.
Insisto: quem forma atleta olímpico? O COB? A Confederação? O clube? Pois todos esses recebem muito – e muito é muito mesmo! – dinheiro público para o mesmo fim : “formação da delegação olímpica”.
E, agora, também a Confederação Brasileira de Clubes vai receber dinheiro — está na Lei Pelé. Sabem pra quê? “formação da equipe olímpica”… Serão R$ 40 milhões este ano.
Gostaria muito de ver o plano dessas instituições e confrontá-las para saber quem está gastando o quê. Com quem? Quanto?
Estão aí as mazelas deixadas pelo Pan 2007. O que fizeram os governos do Estado do Rio de Janeiro e do Município para aproveitarem o evento como impulsionador de um projeto integrado de identificação e formação de talentos?
Que grandes eventos as áreas esportivas receberam nos últimos quatro anos? Que público ocupou aquelas praças?
Mas o desejo da maioria é pela continuidade de Nuzman. Faz sentido. Porque, como já escrevi, se mudar para tentar melhorar, o sistema estraga, desmorona. E isso não interessa aos que dominam o campo de jogo.
Comentários do Blog:
O artigo acima é baseado numa entrevista de NUZMAN para o Jornal O Lance, portanto não é como dizem os anônimos que não tem coragem de se identificar, mas sabem criticar este blog, apenas mais uma matéria leviana.
Este blog cita a homenagem pública do Sr. Carlos Nuzman ao coordenador de natação da CBDA: Senhor Doutor Ricardo de Moura na defesa da natação em episódio envolvendo a publicidade na touca de um nadador, fica aqui nossa manifestação de júbilo ao Senhor Doutor Ricardo de Moura, portanto uma pessoa qualificada no âmbito da CBDA.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Enfim surge a função ideal para os descobridores do polo aquático
Abaixo a página do site; www.rio2016.com com o edital de contratação:
clique aqui
Será realmente uma seleção honesta? ou como tudo no polo aquático brasileiro, um jogo de cartas já marcadas há décadas?
Esse blog que leva críticas de um setor específico do polo aquático brasileiro, agora pergunta: E os "orfãos" dos descobridores será que pensam que vão herdar a capitania hereditária? Ou mais uma vez foram utilizados é um termo forte, vamos dizer manobrados pelos grandes descobridores.
Pois Poseidon somente garantiu para os os descobridores, para os marinheiros nada.
PS: Este blog não é candidato a presente vaga, mas de pronto indica: Raul da Escola Naval, Betão do Sesi, além de outros candidatos.









