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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Polo Aquático no Jornal Correio Braziliense-DF

Matéria/postagem publicada ontem (31/03/2011) pela repórter Patrícia Banuth no jornal/site Correio Braziliense - 01/04/2011 - às 09:53 horas:

Polo aquático brasileiro articula formar uma associação nacional própria

Seguindo o exemplo bem-sucedido do basquete, modalidade quer bater de frente com a Confederação Brasileira


Pela primeira vez em 23 anos de mandato, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, está com os poderes ameaçados. Descontentes com a forma com que a instituição gerencia os cinco esportes que fazem parte da Confederação — natação, polo aquático, nado sincronizado, saltos ornamentais e maratonas aquáticas — dirigentes de clubes, técnicos e atletas começam a se movimentar para descentralizar as ações da

CBDA. Falta de exposição na mídia, má organização dos campeonatos e poucos recursos para a modalidade são alguns dos problemas apontados que motivaram o polo aquático a buscar uma via alternativa.

O primeiro passo foi dado no último dia 11. Inspirado pela criação bem-sucedida da Liga Nacional de Basquete (LNB), um grupo liderado pelo Pinheiros (SP) e pelo Fluminense (RJ) reuniu-se para debater a formação da Associação Brasileira de Polo Aquático (Abapa). Oitenta por cento dos clubes brasileiros mostraram-se favoráveis a integrar a nova associação.

Ao tomar conhecimento da mobilização, Coaracy Nunes disse que não reconhecerá a criação da Abapa. Em nota, ele afirmou que a CBDA entende que a iniciativa é “ilegal e sem propósito.” E fez questão de frisar que a entidade é a única reconhecida pela Federação Internacional de Natação (Fina) e pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para gerir o polo aquático.

No entendimento do dirigente, a CBDA investe fortemente na modalidade e possui um programa visando as Olimpíadas de Londres-2012 e os Jogos do Rio-2016. A opinião, contudo, diverge da avaliação de técnicos, atletas e clubes. Segundo um dos coordenadores do projeto de formação da Abapa, Luís Eduardo Pinheiro Lima, a intenção não é confrontar a CBDA, mas fortalecer o esporte.

“O polo aquático carece de seu tempo para uma gestão produtiva. Há algum tempo temos problemas diversos, como a falta de apoio e de competições envolvendo clubes de todas as regiões do país”, critica, em nota, Luís Lima. “Em vista disso é que queremos formar uma entidade para planejar as atividades do esporte”, completa. Uma nova assembleia foi convocada para sexta-feira, 8 de abril, e um pedido de reunião de conciliação entre as duas entidades, em 12 de abril, foi feito ao presidente Coaracy.

Por mais de duas décadas
O presidente da CBDA está no comando da entidade desde 1988. Em 2009, Coaracy foi reeleito por mais quatro anos e comandará a Confederação até pelo menos 2013. Serão 25 anos no poder

Iniciativa bem-sucedida
Insatisfeitos com a administração da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), em 2008 os clubes nacionais se movimentaram e criaram a Liga Nacional de Basquete. Em sua terceira edição, o NBB é, hoje, um campeonato consolidado no calendário brasileiro da modalidade

Com o respaldo da lei
A criação de uma Liga de Polo Aquático, ou de qualquer outro esporte, é legal e está prevista na Lei Pelé (nº 9.615/98), no artigo nº 20

Entenda a crise

As insatisfações dos atletas

» Campeonatos curtos e falta de exposição na mídia e de apoio da CBDA
» Competições desorganizadas e de alto custo para os clubes
» Pessoas inexperientes no polo aquático no comando da modalidade

Objetivos da Associação Brasileira de Polo Aquático

» Gestão do polo aquático por uma entidade própria, visando a formação de atletas e organização, realização de eventos e o desenvolvimento técnico da modalidade
» Captação de recursos através das leis de incentivo ao desporto, patrocínios e convênios para a redução dos custos dos clubes

Bronca generalizada

Pessoas ligadas ao esporte dizem que as queixas das equipes do polo aquático se estendem às outras modalidade. Na natação, as regras para participar dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro, por exemplo, foram divulgadas apenas no último sábado. E a CBDA resolveu considerar como seletiva, além da Tentativa para o Campeonato Mundial, em abril, e do Troféu Maria Lenk, em maio, o Torneio Pan-Pacífico. Acontece que a última competição ocorreu em agosto do ano passado e os atletas não tinham noção de que ela valeria como parâmetro para o Pan do México.

Nos bastidores, comenta-se que os outros esportes aquáticos estão apenas esperando para ver como o polo vai se sair para darem início a um racha geral. Mas para criarem novas ligas, os clubes necessitam ter certeza que não vão acabar prejudicando os próprios atletas. As ligas precisam da aceitação da CBDA para que as competições organizadas por elas sejam reconhecidas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelas Federações Internacionais.

domingo, 28 de novembro de 2010

Polo na mídia - Vestibular garante Botafogo na semifinal da Liga Nacional de polo aquático

Matéria publica no site: www.uol.com.br:

25/11/2010 - 17h27

"Vestibular garante Botafogo na semifinal da Liga Nacional de polo aquático
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Por coincidência de datas do vestibular da Fuvest e as duas partidas pelas quartas de final da Liga Nacional de pólo aquático, o Sesi desistiu da disputa e garantiu a classificação do Botafogo para as semifinais da competição.

As partidas pelas quartas de final seriam disputadas em dois jogos neste fim de semana, nos dias 27 e 28 de novembro, na Escola Naval do Rio de Janeiro. O Sesi apresentou como motivo da desistência o vestibular da Universidade de São Paulo alegando que seis de seus atletas fariam o vestibular e não poderiam jogar.
O Sesi tinha um bom desempenho na competição, contando inclusive com o artilheiro Gustavo Grummy, que marcou 33 gols na Liga Nacional.
O outro confronto das quartas de final programado para sábado e domingo não foi alterado, com isso Paulistano e Flamengo se enfrentam em São Paulo. Quem vencer do confronto enfrentará o Pinheiros na semifinal."

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Polo na mídia - sunga polêmica nos Jogos Asiáticos

(foto: globoesporte.com)


O site globoesporte.com publicou notícia (veja aqui) sobre a polêmica causada pelo desenho da sunga usada pelos atletas da seleção masculina de Cingapura nos Jogos Asiáticos, disputados na China. A sunga, desenhada pelos próprios atletas, foi motivo de reclamação por parte do governo de Cingapura, que não aprovou a maneira como os símbolos nacionais (a lua crescente e estrelas) foram usados. Os atletas se desculparam e prometeram aposentar a sunga.

sábado, 14 de agosto de 2010

Cade o polo aquático nos Jogos Olimpícos da Juventude?

O Estádio Flutuante Marina Bay, em Cingapura, recebeu neste sábado cerca de 27.000 mil espectadores para a cerimônia de abertura da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude. A competição, para jovens de 14 a 18 anos, terá a participação de 5 mil pessoas, entre atletas e dirigentes de 205 países.
Serão 26 modalidades em disputa. O Brasil estará em 20 delas, com 81 representantes, entre eles o tenista Tiago Fernandes. O campeão juvenil do Australian Open foi o porta-bandeira brasileiro. A chefe de delegação é a ex-jogadora de vôlei de praia Adriana Behar:
- Foi muito emocionante. Agora caiu a ficha de que estamos nos Jogos Olímpicos. Foi muito maior do que esperava. A hora em que entramos no desfile e quando vi a bandeira do Brasil foram os momentos mais marcantes para mim - afirmou Arthur Patrianova, do handebol.
A matéria acima foi retirada do site www.globoesporte.com.
A notícia acima comprova o que o site e movimento WATER POLO DEVELOPMENT WORLD diz da atual situação do polo aquático no contexto mundial: um esporte em decadência. Temos uma Olimpíada para jovens de 14 a 18 anos, com 26 modalidades que não tem polo aquático, os próximos Jogos Mundiais Militares no Rio de Janeiro em 2011 também não terão polo aquático, e no Brasil ainda prevalece um individualismo na comunidade aquapolista. Aonde o polo aquatico vai chegar? Ao nível de arco e flexa, halterofilismo, tiro e luta greco-romana (atual luta olimpíca), isto é, entrando no hall de esportes que terão pouca divulgação e ficando cada vez mais restrito ao um número pequeno de países participantes e ganhadores de medalhas, no caso do polo aquático: os países dos Balcãs.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Matéria com a família Canetti

Clique aqui para assistir a matéria do SporTV com a famíla Canetti,

sexta-feira, 23 de julho de 2010

COB e Exército fecham parceira com objetivo de formar gestores para 2016

Uma boa parceria que o polo aquático que já é parte integrante do NAVAMAER e mesmo com o convênio com a ESCOLA NAVAL, poderia tentar se expandir junto as Forças Armadas especialmente junto ao Exército. Já divulgamos que o Colégio Naval terá uma equipe de polo aquático, imagina se os Colégios Militares de todo Brasil, e a Espcex de Campinas encampasse essa idéia. Infelizmente em relação aos Jogos Mundiais Militares não houve esforço para colocar a nossa modalidade em disputa.
Abaixo partes da matéria publicada hoje no site Globoesporte.com:
A ligação entre o esporte olímpico e o militarismo promete ficar cada vez mais forte no Brasil nos próximos anos. A assinatura de um termo de cooperação entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Exército, nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, oficializa a parceria das duas forças em prol do desenvolvimento do esporte no país. O objetivo principal do “Instituto Olímpico Brasileiro” será capacitar profissionais visando às Olimpíadas Rio-2016.
Inspirado no trabalho realizado no vôlei, na década de 70, o COB espera aumentar o número de profissionais especializados em várias áreas necessárias para o desenvolvimento do esporte. Com a parceria, a Escola de Educação Física do Exército Brasileiro cederá instalações para a capacitação de recursos humanos, com a realização de cursos e seminários do Comitê Olímpico Internacional (COI), além de disponibilizar o seu laboratório para estudos científicos.
- É a mesma caminhada que o vôlei fez há 35 anos, quando eu criei os cursos de formação de técnicos. Todos eles, hoje já consagrados, passaram por aqui. A ideia é abrir a oportunidade para esses profissionais em todos os esportes, sejam eles técnicos, assistentes, preparadores físicos, médicos, advogados, jornalistas e administradores – explicou Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB.
Os primeiros passos da parceria já foram dados com o alistamento de 120 atletas olímpicos ao Exército Brasileiro. Com a farda, além da possibilidade de disputar competições militares, como o Mundial de 2011, os atletas podem usufruir de outras regalias.
- O Exército está dando muita coisa para nós. São oferecidas estruturas de treinamento, apoio físico, médicos, fisioterapia. Tem também uma comissão técnica militar que tem viajado com a gente, tem nos dado apoio. O Exército também tem bancado algumas viagens. Então, estamos aproveitando da melhor forma possível. Tomara que esse legado fique para as próximas gerações, espero que não pare em 2016 – destacou o judoca medalhista olímpico Leandro Guilheiro, agora também sargento do Exército Brasileiro.

Jogos Olímpicos da Juventude - Reflexão

A campeã olímpica e recordista mundial do salto com vara Yelena Isinbayeva acendeu a pira olímpica do Primeiro Jogos Olímpicos da Juventude que vai acontecer em agosto em Cingapura.
Estes jogos demonstram como o polo aquático anda sem prestígio, pois a base desta nova Olimpíada é que são os mesmos esportes praticados nos Jogos tradicionais, mas em menor escala, levando em conta a infraestrutura da cidade sede. Nos eventos de esportes aquáticos não foram incluídos apenas: o pólo aquático e o nado sincronizado. E a única exigência para os esportes aquáticos é: centro aquático deve ter capacidade para 2.500 pessoas (Parque Júlio Delamare tem 3.500), além de ser localizado no perímetro da cidade sede . A regra é a inclusão de esportes praticados por jovens entre 14 e 18 anos. E aqueles que posteriormente entrarem no programa podem eventualmente serem incluídos se apoiados por suas respectivas federações esportivas internacionais. Em novembro de 2007, foi revelado que seriam incluídos o pentatlo moderno e a vela na primeira edição dos Jogos em 2010, a pedido de suas federações internacionais.

domingo, 18 de abril de 2010

Polo na mídia

Ontem (17/04), o programa Globo Esporte, da Rede Globo, na sua edição para o Rio de Janeiro, apresentou uma matéria sobre a rivalidade entre Botafogo e Flamengo, devido a final do futebol. Aproveitando a partida que aconteceu na terça-feira (13/04), na piscina da Gávea, pelo Carioca adulto, o polo aquático foi o foco que ilustrou essa rivalidade. Vale a pena dar uma olhada. Clique aqui.

terça-feira, 30 de março de 2010

Polo na mídia

Matéria publicada hoje (30/03), no site globoesporte.com


Jogadora da seleção brasileira de polo aquático busca título inédito na Grécia
Há seis anos fora do país, a centro Marina Canetti tenta conquistar para o Ethnikos o troféu do segundo campeonato mais importante da Europa

Danielle Rocha
Rio de Janeiro




A página do jornal foi guardada. Ela marca a passagem de Marina Canetti pela Grécia, a centro brasileira que ajudou o Ethnikos a conseguir um feito inédito em sua história: disputar pela primeira vez o título do Troféu LEN de polo aquático. Competição que, em importância, se equipara no futebol à Liga Europa (abaixo da Liga dos Campeões). Na primeira partida contra o Ugra Kanthys-Mansiysk, da Rússia, Marina e suas companheiras viajaram até a Sibéria, mas não conseguiram voltar com a vitória. A comida derrubou parte do time, que acabou perdendo por 13 a 12. O jogo de volta está marcado para o dia 7 de abril.

Até lá, a integrante da seleção brasileira tenta tirar proveito do intercâmbio. A oportunidade de atuar na equipe, que conta com duas medalhistas de prata nas Olimpíadas de Atenas-2004, com a holandesa que foi artilheira do Mundial de Roma e com a goleira titular da Grécia, surgiu depois que Marina manifestou o desejo de deixar o clube que defendia na Itália. Estava cansada do país, dos italianos e de todas as dificuldades que enfrentou ao longo de dois anos.

- Era meio difícil porque havia um preconceito com estrangeiros. Eu queria ir para outro lugar. Comentei com a holandesa que joga aqui e, um mês depois, o técnico me ligou. Conversamos no Mundial e assinei o contrato lá mesmo. Está sendo muito legal. Elas me dão muitas dicas, há uma troca de informação e eu também observo muito o que fazem. Gosto muito do tipo de polo que é jogado aqui, onde prevalece a habilidade. Nos Estados Unidos, as meninas são maiores e a força física é mais importante - disse.





Marina fala com conhecimento de causa. Há seis anos, um convite para estudar e defender a Universidade de Long Beach abriu as portas para a sua carreira internacional. O padrinho foi Ricardo Azevedo, técnico da seleção americana masculina e pai da maior estrela do time: Tony Azevedo. Hoje, ela é mais associada ao polo dos Estados Unidos do que ao do Brasil.

- As meninas falam muito que eu vim da escola americana porque fiquei quase quatro anos lá e tenho o estilo dela. Mas a escola europeia é a que se aproxima mais do jogo brasileiro. Acho válido que a Confederação contrate um treinador estrangeiro visando aos Jogos de 2016, mas para auxiliar os bons técnicos que temos no país. Também tem que ser uma pessoa conceituada e com ideias. No Brasil só há um campeonato de verão e outro de inverno. Se pudéssemos ter mais experiência, treinar e não precisar trabalhar, o nível seria igual. Todas da nossa seleção tiram férias no trabalho para poder viajar para o Mundial.

Na Europa, a situação é bem diferente. A possibilidade de viver do esporte é algo real. Marina diz que nenhuma de suas companheiras precisa exercer outra atividade profissional. As que são donas de medalhas olímpicas recebem um salário vitalício do governo grego. Na Itália, algumas faziam fotos como modelos e até ela chegou a posar para um calendário com outras integrantes do time. E nem mesmo todas as vantagens fizeram a brasileira pensar em solicitar a dupla cidadania.



- Quando eu estava na Itália falavam muito sobre essa coisa de me naturalizar. No início, despertou meu interesse. Eu tinha o exemplo da Alexandra Araújo que se naturalizou e foi campeã olímpica. Mas ainda tenho fé no Brasil. E agora mais, com a escolha do Rio como sede das Olimpíadas.

O contrato com o Ethnikos termina em maio. Por enquanto, Marina se diverte com a curiosidade da imprensa local, que tem dado destaque a uma brasileira que é atleta laureada do Flamengo, um time de futebol assim como o grego. Até o momento, ela só lamenta ainda não ter podido jogar na piscina que foi palco do torneio olímpico de 2004.

A dificuldade com o idioma permanece. Embora tenha aprendido algumas palavras, a ida até o supermercado continua sendo uma aventura. Ainda assim, conseguiu comprar, com uma boa dose de sorte, as latas de leite condensado que tanto queria para fazer os brigadeiros de sua festa de aniversário. O doce agradou tanto, que ela perdeu as contas de quantas vezes teve de repetir a receita.



Essa foi uma das formas encontradas por Marina para matar a saudade de casa. A ex-nadadora, que em 2001 teve vergonha de começar na escolinha da modalidade comandada pelo pai, Antonio Canetti, por ter 18 anos e ser mais velha do que suas duas irmãs, hoje não se vê fazendo outra coisa. Ela, Manuela e Cecília chegaram à seleção. E sonham com dias melhores.

- Eu não tenho carro aqui. Pego carona ou entro no trenzinho e desço onde acho bonito. São seis anos já vivendo fora do país, mas tenho um ganho cultural enorme e faço amizades também. Já estou pensando nos Jogos de 2016. Acho que ainda temos tempo de fazer uma boa participação dentro de casa, só que precisamos começar ontem. Todo esporte no Brasil que tem um apoio legal chega lá. É assim com o vôlei, com o futebol e com a ginástica. É só apoiar que o resultado vem.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Polo na mídia

Matéria publicada hoje (26/03), no site globoesporte.com.

Brasileiras levam o ouro no polo aquático em Medellín e fazem homenagem a atleta
Seleção goleia a Venezuela e dedica vitória a Camila Pedrosa, ausente da competição por problemas médicos. No masculino, time fica com o bronze

GLOBOESPORTE.COM
Copacabana, Colômbia

Com uma goleada por 15 a 4 sobre a Venezuela, a seleção brasileira feminina de polo aquático levou a medalha de ouro dos Jogos Sul-Americanos de Medellín. A Argentina derrotou as donas da casa por 13 a 8 e ficou com o bronze. No masculino, os brasileiros bateram a Venezuela por 11 a 3 e garantiram a vaga nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, México, em 2011.




A vitória brasileira foi dedicada à atleta Camila Pedrosa, que desfalcou a equipe às vésperas da competição por problemas médicos - descobriu que estava com gravidez tubária.

- Ela é a melhor do Brasil e joga muito. Ela merece tudo o que fizermos por ela – resumiu Gabriela Leme, um dos destaques da partida.

Para Frank Dias, auxiliar-técnico brasileiro, o título vale como uma lição de vida para as jogadoras.

- Foi o melhor jogo do campeonato. Hoje, elas cumpriram todo o planejamento tático solicitado. E vencer uma competição internacional, mantendo nossa supremacia na América do Sul, é uma tremenda lição de vida principalmente para as sete meninas novatas do grupo. O nosso maior progresso aqui foi a renovação feita, pois o time não é o mesmo do Pan 2007. Estou muito feliz pela dedicação de todas elas - disse Frank.

sábado, 20 de março de 2010

Polo na mídia

No link abaixo, é possível assistir a reportagem feita pelo Sportv sobre o novo técnico da Seleção Brasileira masculina.


http://sportv.globo.com/Sportv/2009/videos/0,,SRI1233055-17088,00-TECNICO+CROATA+VAI+DIRIGIR+A+SELECAO+BRASILEIRA+DE+POLO+AQUATICO.htm

terça-feira, 16 de março de 2010

Polo na mídia

Goran Sablic (foto: globoesporte.com). Veja abaixo a matéria.


Técnico croata de polo se apresenta, mas prevê dificuldades: 'Não sou mágico'

Goran Sablic diz não saber qual seria 'a vantagem em simplesmente ir aos Jogos Olímpicos de 2012 e perder de mais de 15 gols de diferença'


GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro



O técnico croata Goran Sablic, anunciado na última semana como novo comandante da seleção masculina de polo aquático, foi apresentado nesta terça-feira, durante a Assembleia Geral da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). Com boas indicações, o treinador afirmou que não tem como garantir um bom trabalho para Londres-2012, mas promete uma equipe forte para os Jogos do Rio, em 2016.

- Não sou mágico. No esporte, não se pode garantir resultados desta maneira. Para 2012 não sabemos, pois o Canadá está com um trabalho muito bom há seis anos, e os Estados Unidos têm um time muito bom.Também não sei qual seria a vantagem em simplesmente ir aos Jogos Olímpicos e perder de mais de 15 gols de diferença. Para 2016, sim, aí eu garanto que teremos uma equipe forte e competitiva – afirmou.

O diretor de polo aquático da CBDA, Jorge Pagura, afirmou que o nome de Sablic, que será o técnico chefe das seleções brasileiras de polo aquático masculinas adulta e junior e supervisionará a seleção feminina, foi sugerido por um dos principais técnicos do mundo, Ratto Rudic, durante o Mundial dos Esportes Aquáticos de Roma.

- Goran veio para o Pinheiros no final de 2009 para ser técnico e para observar por um período de três meses. Agora ele viajará o país inteiro, onde se integrará com os técnicos locais. Nossos atletas vão ser divididos em três níveis. O primeiro para os atletas com vistas a 2016. O nível dois para os que não chegarão a 2016, mas podem ainda ser muito úteis até 2012. E o nível três para os atletas que vem surgindo e podem ser incorporados às equipes nacionais.

O técnico, de 39 anos, explicou que foi o treinador de vários países como Kuwait, Irã, Croácia e Arábia Saudita. Antes de vir para o Brasil, era o técnico-chefe da seleção japonesa.

- Não há dúvida que atletas daqui têm talento, vide o futebol brasileiro. Espero que venha a ter nível no polo para competir com outras nações fortes. Observo que aqui os jogadores de polo não encaram o esporte como competição e sim como recreação. Na Europa, se dedica cinco a seis horas por dia. Aqui é difícil devido à escola e ao trabalho. Mas é necessário que os jogadores de nível tenham mais tempo de intenso treinamento – disse Goran.

A assembleia, que reúne anualmente as federações filiadas e dirigentes da entidade, também serviu para definir o rumo dos cinco esportes regidos pela CBDA (natação, polo aquático, nado sincronizado, maratonas aquáticas e saltos ornamentais). Uma das mudanças acertadas foi que todas as competições de natação terão exame antidoping, inclusive nas categorias juvenil e júnior.

Além disso, foram aprovadas as semifinais nas duas principais competições nacionais de natação – Troféu Maria Lenk, em maio, e Troféu José Finkel, em setembro. Assim, as competições seguem o modelo das principais competições da Federação Internacional, com um programa com eliminatórias, semifinais e finais.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Polo na mídia

Nosso amigo Sérgio Moraes nos enviou a matéria abaixo, publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo.

Técnico croata vai "ensinar" atletas do polo a nadar

FERNANDO ITOKAZU
da Folha de S.Paulo

O Brasil contratou o técnico croata Goran Sablic para "ensinar" seus jogadores de polo aquático a nadar.
O presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Coaracy Nunes, anunciou ontem o croata como técnico da seleção masculina.
Sablic treinou o Pinheiros por cerca de dois meses na temporada passada, período em que levou o clube paulista ao bicampeonato da Liga Nacional.
Mas, segundo Coaracy, o que o levou a contratação do croata para a seleção foi a elaboração de um relatório sobre a situação do polo aquático brasileiro.
"Ele deixou claro que o brasileiro treina muito pouco e não sabe nadar, aquele nado específico", afirmou o dirigente. "No primeiro quarto, o Brasil joga muito bem, mas depois vai caindo e levando gols."
Amadores, os jogadores de polo brasileiros treinam à noite, depois do expediente: geralmente, das 19h às 22h.
Na Croácia, por exemplo, os atletas são profissionais e treinam pelo menos seis horas diárias, divididas em dois turnos.
Goleiro da seleção, Luis Maurício Santos, 29, é engenheiro mecânico da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e treinou com Sablic no Pinheiros no ano passado."
Essa coisa da natação tem a ver um pouco com o treino reduzido", afirmou Santos. "Em duas, três horas, temos que nadar e treinar a parte tática."
"Além disso, o polo não é muito popular no Brasil. Temos poucos atletas que optam pelo esporte. Às vezes, um cara não nada muito bem, mas tem bons fundamentos e acaba no polo", diz o goleiro, que treina menos natação que os outros jogadores e faz mais trabalho específico de sustentação.
Daniel Mameri, 39, que integrou a seleção brasileira até o ano passado e também treinou com o croata, afirmou que o time ficou um pouco assustado com a mudança imposta pelo técnico no sistema de trabalho.
"Nadávamos 2.000, 3.000 metros por dia e ele queria que fossem 5.000, 6.000 m", disse Mameri. "A gente sempre nadou pouco, por isso o treino era muito forte, muito intenso."
Para Carlos Carvalho, técnico do Fluminense, há duas formas de analisar o fato de os brasileiros não saberem nadar.
"Se analisarmos brasileiros que fazem sucesso no exterior, vemos que não é bem por aí", afirmou Carvalho. "Mas, se colocarmos dentro do contexto, o jogador brasileiro não só não sabe nadar como não sabe chutar, não sabe passar, não sabe se deslocar como um do Leste Europeu. A realidade é outra."
Para o treinador, o relatório não apresenta novidades e mostra o que técnicos e atletas já sabem "há dez, 15 anos".
Técnico da equipe feminina do Pinheiros e ex-treinador da seleção, Roberto Chiappini diz que a vinda do croata pode ser benéfica, mas exige adaptação já que são formas muito diferentes de trabalho.
Coaracy apontou o polo como a atual prioridade da CBDA, que tem ainda natação, maratona aquática, saltos ornamentais e nado sincronizado.
No comando da confederação desde 1988, o dirigente ainda não viu a seleção masculina em uma Olimpíada. A última participação do Brasil foi em Los Angeles-84, quando o boicote liderado pela União Soviética acabou beneficiando o país.
Já a Croácia foi bronze no Mundial do ano passado.

domingo, 25 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Como a mídia entende o Polo Aquático II

Jornal O Globo - edição do dia 11 de outubro de 2009 - domingo
Reportagem mostra como o polo aquático é visto pela mídia, e o termo nanico conforme depoimentos do técnico da seleção júnior Angêlo Coelho e do jogador do Botafogo Anderson "Canhoto" é realmente o que o esporte é hoje no Brasil.
E através da trajetória do jogador Canhoto, dá para se ver que um bom projeto social e de divulgação do polo aquático teria um grande efeito, para termos mais jogadores e um público maior para o nosso esporte.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Como a mídia entende o Polo Aquático

Abaixo, transcrevemos parte de reportagem publicada hoje no portal UOL sob o título:

06/10/2009 - 18h00
Em ritmo de Rio-2016, Editor do UOL Tabloide critica as modalidades olímpicas
Do UOL Tabloide Em São Paulo.

O Editor do UOL Tabloide sugere, humildemente, uma leve alteração na seleção das modalidades olímpicas.ta, mas vamos discutir os esportes?
Não se quer aqui criticar modalidades tradicionais e quase emocionantes como o pentatlo moderno (alguém aí sabe quais são os cinco esportes que integram o pentatlo moderno? Alguém? Alguém?). Mas, quem sabe?, acrescentar novas e diferentes modalidades aos sempre emocionantes Jogos Olímpicos.O fato de que o Brasil é uma potência mundial em todos esses esportes e que tem fortes chances de levar a medalha de ouro, ampliando assim exponencialmente seu número de medalhas, é apenas coincidência, é claro. Só coincidência.
Biribol: Usando o mesmo raciocínio dos dois esportes anteriores (desculpe, internauta, tanto esporte está mexendo com a minha imaginação)... Se o rúgbi (que agora é esporte olímpico) tem o pólo aquático, o vôlei não poderia ter o biribol (também conhecido como vôlei aquático...)? Sim, eu sei que parece que o pólo aquático vem do futebol ou do handebol, mas segundo os livros que o Editor do UOL Tabloide leu, o pólo aquático é "filhote" do rúgbi. UOL Tabloide também é cultura.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Polo na mídia - atleta do Flamengo é destaque no Ceará



Uma chance de ouro
O polo aquático do Ceará revela mais um talento para o eixo Rio-São Paulo. A jogadora Sara Larissa, do Náutico, jogou pelo Flamengo no Campeonato Brasileiro e foi vice-campeã

Rogerio Gomes
24 Set 2009

Mais um talento do polo aquático do Ceará ganha a chance de brilhar no Sudeste. A atleta do Náutico Atlético Cearense, Sara Larissa, 16, recebeu o convite para reforçar a equipe do Flamengo (RJ), no Campeonato Brasileiro de Polo Aquático Sub-17, em São Paulo. Foi e se deu bem. Conquistou o vice-campeonato brasileiro e agora pensa em se mudar de vez para jogar pela equipe carioca.
Revelada pelo Náutico, Sara Larissa é de origem humilde e chamou a atenção do auxiliar-técnico da seleção brasileira de polo aquático, Antônio Canetti, durante as disputas do Campeonato Brasileiro Sub-19, em maio passado. Daí, surgiu o convite para jogar pelo Flamengo.
No início do mês, ela seguiu para o Rio de Janeiro a fim de integrar o elenco do Flamengo na disputa do Brasileiro. Sara Larissa passou a semana de preparação na Capital carioca, onde ficou hospedada na casa de Antônio Canetti. Ele tem mais três filhas que jogam pela seleção brasileira de polo aquático e estão residindo hoje nos Estados Unidos.
Atualmente, Sara Larissa cursa o 2º ano do ensino médio em Fortaleza. A conquista do vice-campeonato pelo Flamengo acendeu o desejo de mudar em definitivo para o Rio de Janeiro. É uma grande oportunidade que faz ela alimentar o sonho de chegar à seleção brasileira feminina. Atuando no Sudeste, a atleta cearense garante boas chances de convocação para a seleção de polo aquático, que reúne praticamente as jogadoras dos times do Rio de Janeiro e de São Paulo.
``As portas ficaram abertas para ela no Flamengo. No momento, o clube não está em condições de bancar a moradia dela. Mas, em janeiro do próximo ano, ela tem planos de se mudar em definitivo``, afirmou Jéfferson Lima, técnico de polo aquático do Náutico.
Sara Larissa é irmã de Ronald Leandro, goleiro convocado para a seleção brasileira júnior. De acordo com Jéfferson, o trabalho desenvolvido no polo aquático do Náutico apresenta resultados a partir do momento que alguns atletas são convidados para equipes do Sudeste.

PERFIL
Nome: Sara Larissa dos Santos
Idade: 16 anos
Altura: 1,65m
Peso: 60kg
Naturalidade: Fortaleza
Início da carreira: Náutico Atlético Cearense
Curiosidade: Sara é irmã de Ronald Leandro, 18, goleiro do Náutico convocado para seleção brasileira júnior de polo aquático

Matéria extraída do jornal O Povo - online

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sesi no Esporte Fantástico da Rede Record

No próximo domingo (16/08/2009) - às 8:00 horas da manhã, no novo programa esportivo da televisão brasileira - Esporte Fantástico da Rede Record, terá uma reportagem completa sobre as equipes do SESI/SP que foram campeã e terceira colocada no 41º Torneio de Polo Aquático do Havaí.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Entrevista no Jornal Lance do Goleiro da Seleção Pará


Entrevista acima, com o goleiro André "Pará" Cordeiro, titular da seleção brasileira de polo aquático, é uma declaração de amor ao esporte e também uma crítica a atual estrutura do esporte no Brasil.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Atleta de polo aquático na mídia


Durante o ano todo o Jornal O Globo está acompanhando três estudantes que irão prestar vestibular, um dos estudantes é atleta do Botafogo e seleção júnior Mariana, acima a última reportagem postada na revista Megazine.