Lá não se fica discutindo e fugindo das responsabilidades dos cargos que cada um ocupa .
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domingo, 7 de abril de 2013
Anúncio/Comemoração da Medalha de Ouro do Polo Aquático Feminino dos Estados Unidos
Lá não se fica discutindo e fugindo das responsabilidades dos cargos que cada um ocupa .
terça-feira, 7 de agosto de 2012
EUA e Espanha fazem a final do polo aquático feminino
Decisão será na quinta-feira. Prata em Pequim, americanas vencem australianas e espanholas superam as húngaras nas semifinais.
Por GLOBOESPORTE.COM Londres, Inglaterra
Americanas comemoram vaga na final do poloaquático (Foto: AFP)
Os Estados Unidos terão a oportunidade de conquistar na quinta-feira a medalha de ouro que escapou em Pequim no torneio de polo aquático feminino. Prata há quatro anos, as americanas terão diante das espanholas a oportunidade de consseguir o primeiro lugar no pódio que perderam para a Holanda naquela ocasião.
A vaga para a decisão nos Jogos de Londres foi conseguida nesta terça-feira, com a vitória por 11 a 9 sobre as australianas, bronze nos Jogos de 2008. A outra finalista saiu da partida entre a Espanha e Hungria, na qual as epanholas venceram por 10 a 9.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Medalhistas em Pequim passam às quartas do polo aquático masculino
Em busca do bicampeonato, Hungria avança, assim como Estados Unidos e Sérvia, prata e bronze em 2008, respectivamente.
06/08/2012 22h11- Atualizado em 06/08/2012 22h11
Por GLOBOESPORTE.COM. Londres, Inglaterra
A Hungria deu mais um passo para conquistar o bicampeonato olímpico no polo aquático masculino, nesta segunda-feira. Os donos do ouro em Pequim avançaram às quartas de final dos Jogos de Londres ao vencerem por 11 a 6 os também classificados Estados Unidos, medalha de prata há quatro anos. Medalhista de bronze em 2008, a Sérvia foi outra a passar de fase ao golear a Romênia por 12 a 4.
Apesar de serem os atuais campeões olímpicos, os húngaros conseguiram apenas a terceira vaga do Grupo B para as quartas, atrás dos líderes sérvios e da equipe de Montenegro, que bateu a Grã-Bretanha por 13 a 4. A última vaga ficou com os americanos.
Pela Chave A, seguem na competição a líder Croácia, seguida por Itália e Espanha e Austrália. Na última rodada, os croatas golearam o Cazaquistão por 12 a 4, os italianos derrotaram os espanhois por 10 a 7 e os australianos venceram os gregos por 13 a 8.
As seleções voltam à piscina pela próxima fase na quarta-feira, com os seguintes confrontos: Croácia x EUA, Espanha x Montenegro, Itália x Hungria e Austrália x Sérvia.
Já nesta terça, serão disputadas as semifinais do torneio feminino, com as americanas, atuais vice-campeãs olímpicas encarando as australianas (bronze em Pequim) e as húngaras enfrentando as espanholas. Medalha de ouro há quatro anos, as holandesas não se classificaram para os Jogos de Londres.
Voce conhece um esporte que acontece a mesma situação?
Ginasta só recebe argola no fim do ciclo
2012 Aparelho como o de Londres chegou a Arthur Zanetti há 3 meses
RODRIGO MATTOS
Folha de São Paulo de 23 de julho de 2012
ENVIADO ESPECIAL A LONDRES
Maior candidato da ginástica brasileira a conquistar medalha em Londres, Arthur Zanetti treina com argolas iguais às que serão usadas na Olimpíada há só três meses.
Recebeu o aparelho do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) após um pedido de seu técnico, Marcos Goto. Segundo ele, ajudaria se o aparelho tivesse chegado antes.
Não faltou dinheiro. Em 2010 e 2011, a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) recebeu R$ 7,214 milhões do governo federal para comprar equipamentos de ginástica.
"Até agora não chegou nada para a gente", disse Goto, que lembrou que o material do esporte "é muito caro".
A CBG contribui para Zanetti com o empréstimo de um tablado de solo para o ginásio do Serc Santa Maria, seu clube em São Caetano.
"Não tinha o tablado até o Zanetti conseguir o primeiro bom resultado no solo. Eu peço, mas tem a burocracia no país", observou Goto.
Até o início do ano, as argolas usadas pelo ginasta não eram iguais às olímpicas, mas eram equipamentos de bom nível internacional. Foram bancadas pelo Serc e pela associação de pais do clube.
O atleta também usou argolas feitas pelo seu pai, Arquimedes, que é serralheiro.
O aparelho de nível olímpico chegou quando Zanetti foi incluído no Time Brasil, projeto do COB para a elite dos esportistas nacionais.
Para Goto, no Brasil, atleta só consegue apoio quando chega ao topo. Antes, ele treinou o ginasta desde 1998 com o que havia disponível no clube. Assim, Zanetti foi vice-campeão mundial em 2011.
Com essas condições e resultados, Goto admitiu que o pupilo é uma flor no deserto.
"A aparelhagem que eu usava no início era de terceira linha. Há uns sete ou oito anos, começaram a mudar os aparelhos", contou Zanetti.
Mas ele sempre teve acompanhamento de um psicólogo e uma nutricionista.
Hoje, além dos equipamentos novos, o ginasta é submetido a exames bioquímicos e avaliações do equilíbrio do corpo feitos pelo COB.
Sem querer falar em medalha, o ginasta acredita que um bom desempenho em Londres-2012 pode incrementar a realidade do esporte.
"Alcançando bons resultados, beneficia-se toda a ginástica", afirmou Zanetti. "Antes, a ginástica masculina contava só com um atleta. Agora, são três. Em 2016, poderemos ter uma equipe."
Na visão de seu treinador, a meta de desenvolver uma equipe é plausível. Porém
Goto não acredita que há chance de transformar o Brasil numa potência da modalidade em quatro anos. "Leva muito mais tempo para formar um atleta desses."
A reportagem da Folha tentou sem sucesso contatar representantes da CBG.
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EUA, Austrália, Hungria e Espanha vão às semis polo aquático feminino
Equipes voltam à piscina na terça-feira em busca da vaga na decisão
Neste domingo, as equipes dos Estados Unidos, Austrália, Hungria e Espanha avançaram às semifinais do torneio feminino de polo aquático. A disputa pela vaga para a final olímpica será na terça-feira, com as americanas encarando as australianas e as húngaras pegando as espanholas.
Reservas do time americano acompanham a partida contra as australianas (Foto: Reuters)
Os EUA venceram a Itália por 9 a 6, e agora têm pela frente as australianas, que terminaram em primeiro no Grupo B da fase preliminar e garantiram a vaga à fase seguinte ao derrotar a China por 20 a 18.
Líderes da Chave A, as espanholas superaram na fase de mata-mata a Grã-Bretanha por 9 a 7, enquanto as húngaras avançaram com uma vitória por 11 a 10 sobre a Rússia. As duas equipes classificadas se enfrentaram na primeira parte do torneio, e a Espanha levou a melhor, ao vencer a Hungria por 13 a 11.
sábado, 4 de agosto de 2012
Chega ao fim a primeira fase do torneio de polo aquático feminino
Espanha e Austrália terminam na liderança. As oito equipes que iniciaram a competição se enfrentam agora no sistema de mata-mata
Lance da partida entre Austrália e Rússia
(Foto: Agência Reuters)
(Foto: Agência Reuters)
Terminou nesta sexta-feira a primeira fase do torneio feminino de polo aquático, com Espanha e Austrália em primeiro lugar em seus respectivos grupos. As espanholas garantiram a liderança da chave A com a vitória por 13 a 11 sobre as húngaras, enquanto as australianas superarm a Rússia por 11 a 8, pelo B. Nos outros jogos do dia, a Grã-Bretanha perdeu para a Itália por 10 a 5 e os Estados Unidos venceram a China por 7 a 6.
As partidas da próxima fase da competição serão no domingo (05), numa disputa no sistema de mata-mata, com as melhores equipes de cada grupo enfrentando as adversárias que menos pontuaram da outra chave.Os confrontos são os seguintes: EUA x Itália, Hungria x Rússia, Espanha x Grã-Bretanha e China x Austrália.
Já neste sábado, acontece a quarta rodada do torneio masculino, com os encontros entre Montenegro e Romênia, Croácia e Austrália, Grécia e Espanha, Itália e Cazaquistão, Hungria e Grã-Bretanha e Sérvia e Estados Unidos. Os croatas lideram o Grupo a e os americanos o B. Os dois melhores de cada chave avançam às quartas.
Natação recebeu R$ 45,5 milhões em três anos e fez água....Já o judô!
Os Correios investiram R$ 45,5 milhões na Confederação de Desportos Aquáticos, nos últimos três anos. Trouxe duas medalhas: prata e bronze e a queda do campeão olímpico dos 50m.
Já a Infraero destinou R$ 7 milhões ao judô, no mesmo período. Numa delegação de 14 atletas quatro foram ao pódio, com uma medalha dourada.
Sobre isso, farei análise com detalhes dos investimentos públicos no esporte de rendimento. Aguardem, há novidades!
Está claro que a natação fez água… Isso sem falar no vexame de não termos uma delegação feminina altamente competitiva, o que revela a falta de massificação da modalidade.
Já no masculino, ficamos na dependência de pouquíssimos nomes consagrados, com raríssimas novidades.
E um deles se “cansa”, como ocorreu com Cielo …em
Mas somos um país olímpico…
E o tênis, o que foi fazer em Londres? Por favor, não culpem os atletas. A história é outra.
Mas a Confederação de Tênis teve investimentos de R$ 17 milhões dos Correios. E qual o trabalho de base dessa modalidade no Brasil?
E o presidente, Jorge Rosa, está aí, pronto para assumir seu terceiro mandato …
O resultado olímpico renova, também, a cada quatro anos, o perfil de nossos gestores esportivos e suas “eficientes” administrações…
O Ministério do Esporte tem a obrigação de exigir balanço transparente dos senhores cartolas. E, se possível, tentar dar rumos ao país que se diz “olímpico”.
Conseguirá, com a Copa aí, batendo à porta?
Sinceramente? querem me enlouquecer!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Entrevista do Ministro do Esporte ao portal UOL
“Acho que as instituições que governam o esporte no Brasil e o futebol precisam passar por um processo de democratização e de modernização compatíveis com a evolução da sociedade e as exigências do próprio esporte. Acho que os resultados, em havendo democratização e profissionalização, vão aparecer”, disse Aldo Rebelo, em entrevista concedida na residência oficial do embaixador do Brasil no Reino Unido, onde fica mais alguns dias para ver os Jogos Olímpicos.
UOL Esporte – Em termos de esporte, é possível imaginar o Ministério do Esporte cobrando mais de perto esportes como a natação, que receberam verba pública mas fizeram tempos abaixo de suas próprias melhores marcas aqui em Londres?
Aldo Rebelo - Os ingleses também esperavam muito de um ciclista consagrado e ele não teve o desempenho esperado [Mark Cavendish]. Mesmo seleções como a Espanha e o Uruguai [no futebol], sobre as quais se tinham grandes expectativas. Essas coisas têm essa explicação mais geral. O resto depende de planejamento muito detalhado, muito minucioso, que envolve toda a preparação do atleta, a participação dele em um circuito internacional de competições, que o deixe em condições de disputar a Olimpíada já conhecendo os possíveis adversários que vai enfrentar, as condições da competição, o equipamento. O trabalho que estamos fazendo com o COB, com as confederações, com o ministério da defesa e com os próprios clubes é para que nossos atletas tenham até 2016 a experiência necessária, a participação em competições e o apoio com a criação do bolsa-técnico. O Brasil não pode ser apenas o país-sede, que dê exemplo de acolhida, de organização, mas precisa que o quadro de medalhas mostre o Brasil em sua condição de sede, com o status de país-sede.
UOL Esporte – O senhor é favorável ao projeto de lei que tramita na Câmara e sugere um limite para o número de mandatos para dirigentes esportivos?
Aldo Rebelo - Sou. Aliás, sempre fui.
UOL Esporte – Mas o senhor hoje lida com cartolas que não concordam com ele, ou ao menos não seguem o que ele prega.
Aldo Rebelo – Eu respeito a posição dos dirigentes e o seu ponto de vista, da mesma forma que espero que eles respeitem também o meu.
UOL Esporte – Nessa linha de raciocínio, que prejuízos o esporte tem quando no topo da organização, no comando do COB, está uma pessoa que vai completar 21 anos de poder em 2016?
Aldo Rebelo - Os lucros e os prejuízos qualquer jornalista inteligente pode verificar. Eu não vou personificar a questão. Vou tratar como uma tese. Acho que as instituições que governam o esporte no Brasil e o futebol precisam passar por um processo de democratização e modernização compatíveis com a evolução da sociedade e com as exigências do próprio esporte. Acho que os resultados, em havendo democratização e profissionalização, vão aparecer. Não é apenas por uma questão de participação, de direito democrático. É também por isso, mas é pelo que pode ser obtido. Pela valorização dos clubes, de suas marcas, da ampliação da renda, do aumento da confiança dos parceiros nas instituições que gerem o esporte e o futebol. Eu só citei benefícios. Não vejo que prejuízo poderia trazer para o esporte ou para os clubes.
domingo, 29 de julho de 2012
As regras do Polo Aquático no site Terra
Clique no link abaixo, vídeo de 3:19 minutos que conta a história do polo aquático desde o início das Olimpíadas até hoje, incluisve com as medidas da piscina tanto para o masculino quanto para o feminino.
Hungria vs Sérvia - Hoje na ESPN - 15:00 horas
HUNGRIA vs SÉRVIA
Alertamos que é video-tape, o resultado: Sérvia 14 Hungria 10
15:00 HORAS
Clique aqui para a confirmação na página da ESPN
Entre debutantes e veteranos, Brasil leva 23 árbitros aos Jogos de Londres
País do futebol (esporte que não terá juiz ou auxiliares nas Olimpíadas) conta com representantes em 18 modalidades olímpicas, do atletismo ao pentatlo.
Alguns terão a primeira experiência olímpica. Outros, mais calejados, podem colocar no currículo a quinta participação em Jogos. Não estamos falando dos 258 atletas brasileiros que, a partir de quarta-feira, iniciam as disputas pelas tão sonhadas medalhas na competição poliesportiva mais importante do mundo. Os personagens em questão são os 23 árbitros do Brasil convocados para Londres. O país do futebol, que, inclusive, não terá juiz ou auxiliares nos gramados ingleses, conta com representantes em 18 modalidades.
Edson Minakawa (judô), Marcos Benito e Cristiano Maranho (basquete), Christina Lentino Vanicek (canoagem), Régis Trois (esgrima), Yumi Yamamoto Sawasato e Robson Caballero (ginástica artística), Maria Cristina Vital (ginástica rítmica), Ricardo Ratto (maratona aquática), Heldir Lopes (nado sincronizado), Daniel Schneider (natação), Denis Danelon (polo aquático), Beto Menescal (triatlo) e Rogério Espicalsky (vôlei) completam a lista dos 23 oficiais brazucas nos Jogos 2012.
| ESPORTES | ÁRBITROS |
|---|---|
| Atletismo | Claudia Schneck de Jesus (PR) |
| Basquete | Marcos Benito (SP) e Cristiano Maranho (SC) |
| Boxe | Jones Kennedy (PA) |
| Canoagem | Christina Lentino Vanicek (PR) |
| Esgrima | Régis Trois (SP) |
| Ginástica Artística | Yumi Yamamoto Sawasato (SP) e Robson Caballero (SP) |
| Ginástica Rítmica | Maria Cristina Vital (SE) |
| Judô | Edson Minakawa (SP) |
| Maratona Aquática | Ricardo Ratto (RJ) |
| Nado Sincronizado | Heldir Lopes (RJ) |
| Natação | Daniel Schneider (SP) |
| Pentatlo | Elvio Gulart (DF) |
| Pólo Aquático | Denis Danelon (SP) |
| Tênis | Carlos Bernardes (SP), Paula Vieira (RS) e Fábio Souza (BA) |
| Triatlo | Beto Menescal (RJ) |
| Vela | Nelson Ilha (RS) e Ricardo Navarro (SC) |
| Vôlei | Rogério Espicalsky (ES) |
| Vôlei de Praia | Maria Amélia Villas-Boas (RJ) |
ESPORTES SEM ÁRBITROS BRASILEIROS: Badminton, Ciclismo, Futebol, Ginástica de Trampolim, Handebol, Hipismo, Hóquei na Grama, Levantamento de Peso, Luta Olímpica, Remo, Saltos Ornamentais Taekwondo, Tênis de Mesa, Tiro com Arco e Tiro Esportivo. | |
Londres 2012 - 1ª rodada masculino
Dia: 29.07.2012
Grupo A
Croácia 8 Grécia 6
Itália 8 Austrália 5
Os professores Carlos "Carlinhos" Carvalho e Raul Amaya estão comentando nos canais SPORTV todos os jogos de polo aquático.
Entrevista com o Presidente da CBDA Coracy Nunes
O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA),
Coaracy Nunes, desembarcou nesta terça-feira em Londres para acompanhar os Jogos
Olímpicos de 2012. Em sua chegada à capital inglesa, o dirigente fez declarações
otimistas e disse planejar aumentar o número de atletas viajando para grandes
competições em primeira classe - o que é ofertado pela entidade e por
patrocinadores apenas para quem tem medalhas olímpicas.
Em suas declarações, Coaracy agradeceu a clubes, patrocinadores e ao
presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman. No
entanto, a passagem de primeira classe no voo para Londres teria sido oferecida
apenas para Cesar Cielo, único atleta das modalidades da CBDA a conquistar
medalhas olímpicas - no caso, um ouro (50 m livre) e um bronze (100 m livre) nos
Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
"Espero que (os atletas) voltem de (classe) executiva, eu pago. Se eles
tirarem a medalha...", disse, assumindo o critério pelo bônus na Confederação e
quase "dando" uma medalha olímpica a Thiago Pereira, que tem 12 ouros em Jogos
Pan-Americanos. "O Cielo só vai de primeira classe. O Thiago... O Thiago, não.
Agora, eu acredito que dessa vez vamos ter vários atletas andando de executiva",
completou.
Apesar da regalia restrita, o dirigente máximo da natação no Brasil espera
uma evolução nos resultados em comparação com as duas medalhas de Pequim - ambas
de Cielo. Para isso, ele elogiou a estrutura oferecida às modalidades aquáticas,
com um discurso no mínimo curioso.
"Não posso falar esse negocio de quantas medalhas. O que posso dizer é que
nos preparamos muito forte para essa Olimpíada. Os atletas participaram de mais
de 20 competições, fizeram quatro ou cinco treinamentos em altitude. Tudo que
foi pedido a eles, foi entregue a eles", disse, indo além. "O que importa é a
gente ter condições de oferecer aos técnicos e aos atletas as condições para
fazer. Eu não tenho que entender muito de natação, de pólo aquático, nem nada.
Eu tenho é que entender como arcar recursos para você viabilizar um treinamento
de altíssimo nível como esse que foi feito aí", acrescentou.
Desembarcando ao lado de sua mulher no Terminal 1 do Aeroporto de Heathrow,
Coaracy disse não ter tido tempo de conhecer as instalações do Crystal Palace
National Sports Centre, local escolhido pelo COB para a aclimatação dos atletas
do Brasil. Mesmo assim, sem verificar as condições das piscinas, elogiou o
esforço da entidade na preparação olímpica.
"Não houve tempo para vir ver isso aí. Estávamos tratando da vinda da
delegação, que nos deu muito trabalho. Mas estamos certos de que tudo que foi
feito para eles foi o melhor. Nunca tivemos uma delegação de natação tão bem
preparada. Tudo que os técnicos nos pediram foi feito. Os atletas estão
reconhecendo isso em várias declarações à imprensa. Fico feliz. Essa preparação,
que já é uma preparação também para 2016, foi muito forte e fez com que nós
trouxéssemos a melhor equipe da natação brasileira", declarou.
sábado, 28 de julho de 2012
Recado do Ricardo Perrone
Recebemos o e-mail do senhor Ricardo Perrone:
Abs"
Provalmente em 2016, Felipe Perrone defenderá o Brasil nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.QUEM ESTÁ DIZENDO ISSO É O BLOG.
VIDEO MOTIVACIONAL PARA AS ATLETAS DE JUDO - OLIMPÍADAS DE LONDRES
O judo já teve uma família também.................................
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Nascido no Rio, atleta da seleção italiana de polo não tem contato com o Brasil
Nascido no Rio, atleta da seleção italiana de polo não tem contato com o Brasil
Pietro Bonfiglio, de 28 anos, passou a maior parte da vida na Austrália, defendeu a seleção local, mas agora jogará pela equipe europeia em Londres.
Pietro Bonfiglio
Fora ter nascido no Rio de Janeiro e ter parentes no Brasil, Pietro Bonfiglio mantém distância do país de origem. O atleta de polo aquático passou a maior parte da vida na Austrália, tanto que jogou pela seleção local, mas em Londres ele vai experimentar o gosto de defender a sua nova pátria: a Itália, repetindo o caminho de outros brasileiros que praticam a modalidade.
"Sinceramente penso pouco na minha nacionalidade. Onde estou com minha família me sinto em casa. Se levo a família ao Brasil, à Austrália, à China, a qualquer lugar, vou me sentir sempre em casa. Agora, nesta fase da minha vida, sou italiano e, no caso das Olimpíadas, defendo a bandeira do país.", explica o jogador de 28 anos.
Filho de uma família esportista, Figlioli começou a carreira profissional em 2002, na Austrália, para onde havia se mudado com a família aos quatro anos de idade. "Fiz muita natação porque meu pai era meu treinador na escola, mas também tentei vários outros esportes, desde futebol, críquete, vôlei, até atletismo. Mas adoro estar na água e acabei gostando mais de polo aquático.", conta um pouco do início da trajetória o italiano, que esteve com a Austrália nos Jogos de Atenas e Pequim.
Depois da competição na China, ele começou a jogar por clubes italianos, foi aí que obteve a cidadania italiana. "O mundo gira em torno do futebol, sobretudo aqui na Itália, mas os esportes devem ter a divulgação certa para se tornarem mais seguidos pelo público”, pede. Além disso, opina, "80% do que acontece (no polo aquático) é debaixo d'água. É difícil explicar aos espectadores o que acontece lá embaixo e atrair o público".
Após tanto tempo morando e convivendo fora do Brasil, ele reconhece que restaram poucas raízes com o país sede dos Jogos de 2016. "Não tenho ligações com o Brasil, infelizmente. Tenho uma avó, uma tia, um tio e duas primas, mas temos pouca relação, e as passagens são muito caras para irmos com mais frequência",
A dificuldade existe até para se comunicar em português, tanto que ele recebe “aulas” particulares do companheiro de time Felipe Perrone, brasileiro mas que é da seleção espanhola.
Após tanto tempo morando e convivendo fora do Brasil, ele reconhece que restaram poucas raízes com o país sede dos Jogos de 2016. "Não tenho ligações com o Brasil, infelizmente. Tenho uma avó, uma tia, um tio e duas primas, mas temos pouca relação, e as passagens são muito caras para irmos com mais frequência",
A dificuldade existe até para se comunicar em português, tanto que ele recebe “aulas” particulares do companheiro de time Felipe Perrone, brasileiro mas que é da seleção espanhola.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Denis Danelon - o único brasileiro no polo aquático das Olimpíadas de Londres 2012
O árbitro paulista Denis Danelon, será o único representante brasileiro no polo aquático dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, abaixo um resumo de suas atuações internacionais:
- A partir de 2010 começou a ser chamado como arbitro neutro nos eventos de polo aquático.
No mesmo ano de 2010,foi chamado para apitar na Super Final da Liga Mundial Feminina, em San Diego - Estados Unidos - apitando a semi-final e a final.
Em 2011 apitou no Campeonato Mundial Tropical, na Arabia Saudita, apitando a semi-final e final.
Também em 2011, foi chamado para apitar no Campeonato Mundial Júnior Masculino na Grécia, atuando numa semi-final.
Em 2012, apitou na Itália o Pré Olimpico feminino, atuando em uma semi final e na final.
Também foi chamado para apitar a Final da Super Liga Mundial feminina na China, atuando numa semi final.
sábado, 14 de julho de 2012
"Vestido" de azul, ginásio de polo já está decorado à espera dos atletas
A duas semanas do início dos Jogos, a Water Polo Arena teve seu "design" exposto
pelo Locog nesta sexta-feira
terça-feira, 19 de junho de 2012
Hungria dá um bom exemplo
Abaixo transcrevemos o link do site: www.terra.com.br, que publicou hoje na versão brasileira reportagm sobre a seleção húngara masculina, tri-campeã olímpica.
Enquanto aqui no Brasil nada muda, e quem manda é um indeciso e medroso nas atitudes a tomar, a Hungria, país de primeira grandeza no polo aquático continua inovando e buscando o melhor para o seu polo aquático.
domingo, 29 de abril de 2012
Países do Balcãs em Londres 2912
Postagem do blog: www.brasilemlondres2012.blogspot.comenviada pela nossa amiga e colaboradora Cristina Guimarães.
Hoje não vou falar de um país só na série "Países em Londres". Vou falar
dos países que faziam parte da antiga Iuguslávia, hoje Servia,
Montenegro, Croácia, Bosnia, Macedônia e Eslovênia.Vou falar também de
Kosovo, que tem atleta com chance de medalha, e da Albânia, país da
região.
A Iuguslávia tem uma história de guerra, ditaduras e mudanças de nomes. Na história olímpica até Seul, última vez que disputou com nome de República Socialista da Iuguslávia, foram 26 medalhas de ouro. Ou seja, mesmo sem disputar com essa bandeira há 24 anos, o país segue a frente do Brasil no quadro histórico de medalhas, seis ouros de frente.Em 92,96 e 2000, tivemos a participação sob o nome da República Federativa da Iuguslávia, já sem Croácia, Bosnia, Eslovênia e Macedônia, e as medalhas caíram, com apenas um ouro por edição.
KOSOVO
O Comitê Olímpico Internacional ainda não reconhece o Kosovo como uma nação, apesar do surgimento de um Comitê Olímpico em 2003. Os atletas vão competir com a bandeira do Comitê Olímpico Internacional e tem chances de medalha com a judoca Majinda Kelmendi, que está entre as seis melhores do mundo na categoria até 52kg. Ela já foi chamada para competir pela Eslovênia ou pela Albânia, mas negou. A primeira vez que o hino de Kosovo foi tocado num evento internacional foi com ela, no mundial junior de 2009. Graças a ela, o judô é o esporte mais praticado na nação, com mais de 1000 pessoas registradas.
POLO AQUÁTICO
O polo é a modalidade mais tradicional da região. O mais interessante é que, em Londres, poderemos ter o confronto entre Servia e Montenegro que, até 2006, eram um país só. Em 2008, as duas seleções jogaram entre sí pelo bronze, com vantagem para os servios, 6 a 4. Para Londres, a aServia se classificou como campeã da Liga Mundial e Montenegro como campeã do pré olímpico mundial. A Croácia também faz parte da competição, também com um timaço, favorito ao pódio. É bem capaz que seja um pódio 100% eslavo.
DJOKOVIC e CAVIC,ESTRELAS SERVIAS
Uma das maiores estrela de toda Olimpíada é o tenista servio Novak Djokovic, atual número 1 do mundo. Ele jogará na grama de Wimbledon, mesmo local do histórico título do Grand Slam de 2011, quando venceu Nadal por 3 a 1.Vale lembrar que o servio é atual medalha de bronze olímpico.
Milorad Cavic quase fez história em Pequim.Liderou 99 dos 100 metros da prova dos 100m borboleta mas perdeu na batida de mão para o americano Michael Phelps. Seria a única derrota do americano na Olimpíada. Para Londres, chega com chances, mas não favorito ao pódio.
BOSNIA HERZEGOVINA
A grande esperança da primeira medalha independente da história do país é com o judoca Amel Mekic, um dos melhores do mundo na categoria até 100kg. Foi campeão europeu em 2011, ficou em sétimo na Olimpíada de Pequim e já conquistou algumas Copas do Mundo.
ALBÂNIA
O país está na região dos balcãs mas nunca fez parte da Iuguslávia. Jamais ganhou uma medalha olímpica e não deve ser dessa vez que isso vai acontecer. O grande destaque do país é o levantamento de peso, que classificou cinco atletas pelo mundial do ano passado .Romela Begaj, no feminino, é a principal atleta, já ganhou quatro medalhas em campeonatos europeus.
MONTENEGRO
A delegação de Montenegro tem no polo aquático, já citado acima, a grande esperança de medalha. É o esporte mais praticado no país e o que tem mais resultados. Desde 2006, quando virou independente, o Comitê Olímpico do país deu prêmios aos melhores do país no esporte e apenas uma vez quem ganhou não foi um jogador ou uma equipe do polo.
No judô, o jovem Srdan Mrvaljevic foi medalha de prata na categoria até 81kg no judô, vencendo na semifinal o supermedalhista Leandro Guilheiro.
MACEDONIA
O país foi a grande surpresa do pré olímpico europeu de basquete, perdendo na semifinal e, em julho, é um dos favoritos a conquistar a vaga olímpica pelo pré olímpico mundial. Os times de polo aquático e de handebol também são bons, mas acabaram sem a vaga na Olimpíada, caindo nos pré olímpicos mundiais. A capa do site do Comitê Olímpico do país é uma homenagem as duas equipes que ficaram perto da classificação e "derão grande contruibuição para afirmação do país ". A única medalha olímpica do país na história veio em 2000, na luta olímpica.
CROÁCIA
Em termos olímpicos, é o país mais forte da região. Só na Olimpíada de 2008 foram 105 atletas, mas nenhuma medalha de ouro. Os principais esportes do país são o polo aquático, já citado acima, e o handebol, em que o país foi campeão olímpico em 2000 e 2004 e é uma das forças para Londres.
Outro grande nome do país, que acabou ficando sem o ouro em Pequim, é a saltadora Blanka Vlasic, que é conhecida pelas dancinhas que faz a cada vitória. Ela foi campeã mundial em 2009 mas não foi muito bem ano passado.No quadro de medalhas dos mundiais em 2011, ficou com duas pratas e seis bronzes.
ESLOVÊNIA
Briga com a Croácia pela liderança em termos de medalhas na região. O grande nome é Peter Kauzer, da canoagem slalom, atual bicampeão mundial do k-1. No lançamento de martelo tem Primoz Kozmus, atual campeão olímpico da prova, que foi bronze no último mundial e segue na briga por medalhas mesmo depois de uma aposentadoria temporária em 2009. Por fim, o atirador Rajmont Debevec está classificado em busca do seu bicampeonato olímpico.
BALCÃS x BRASIL
Kelmedi é uma das principais adversárias de Erika Miranda na categoria até 52kg do judô. As duas se enfrentaram duas vezes, com uma vitória para cada lado.
O atleta da Servia Damir Fejzic foi campeão europeu de taekwondo na categoria até 68kg e pode atrapalhar as pretensões de Diogo Silva em Londres.
A Iuguslávia tem uma história de guerra, ditaduras e mudanças de nomes. Na história olímpica até Seul, última vez que disputou com nome de República Socialista da Iuguslávia, foram 26 medalhas de ouro. Ou seja, mesmo sem disputar com essa bandeira há 24 anos, o país segue a frente do Brasil no quadro histórico de medalhas, seis ouros de frente.Em 92,96 e 2000, tivemos a participação sob o nome da República Federativa da Iuguslávia, já sem Croácia, Bosnia, Eslovênia e Macedônia, e as medalhas caíram, com apenas um ouro por edição.
KOSOVO
O Comitê Olímpico Internacional ainda não reconhece o Kosovo como uma nação, apesar do surgimento de um Comitê Olímpico em 2003. Os atletas vão competir com a bandeira do Comitê Olímpico Internacional e tem chances de medalha com a judoca Majinda Kelmendi, que está entre as seis melhores do mundo na categoria até 52kg. Ela já foi chamada para competir pela Eslovênia ou pela Albânia, mas negou. A primeira vez que o hino de Kosovo foi tocado num evento internacional foi com ela, no mundial junior de 2009. Graças a ela, o judô é o esporte mais praticado na nação, com mais de 1000 pessoas registradas.
POLO AQUÁTICO
O polo é a modalidade mais tradicional da região. O mais interessante é que, em Londres, poderemos ter o confronto entre Servia e Montenegro que, até 2006, eram um país só. Em 2008, as duas seleções jogaram entre sí pelo bronze, com vantagem para os servios, 6 a 4. Para Londres, a aServia se classificou como campeã da Liga Mundial e Montenegro como campeã do pré olímpico mundial. A Croácia também faz parte da competição, também com um timaço, favorito ao pódio. É bem capaz que seja um pódio 100% eslavo.
DJOKOVIC e CAVIC,ESTRELAS SERVIAS
Uma das maiores estrela de toda Olimpíada é o tenista servio Novak Djokovic, atual número 1 do mundo. Ele jogará na grama de Wimbledon, mesmo local do histórico título do Grand Slam de 2011, quando venceu Nadal por 3 a 1.Vale lembrar que o servio é atual medalha de bronze olímpico.
Milorad Cavic quase fez história em Pequim.Liderou 99 dos 100 metros da prova dos 100m borboleta mas perdeu na batida de mão para o americano Michael Phelps. Seria a única derrota do americano na Olimpíada. Para Londres, chega com chances, mas não favorito ao pódio.
BOSNIA HERZEGOVINA
A grande esperança da primeira medalha independente da história do país é com o judoca Amel Mekic, um dos melhores do mundo na categoria até 100kg. Foi campeão europeu em 2011, ficou em sétimo na Olimpíada de Pequim e já conquistou algumas Copas do Mundo.
ALBÂNIA
O país está na região dos balcãs mas nunca fez parte da Iuguslávia. Jamais ganhou uma medalha olímpica e não deve ser dessa vez que isso vai acontecer. O grande destaque do país é o levantamento de peso, que classificou cinco atletas pelo mundial do ano passado .Romela Begaj, no feminino, é a principal atleta, já ganhou quatro medalhas em campeonatos europeus.
MONTENEGRO
A delegação de Montenegro tem no polo aquático, já citado acima, a grande esperança de medalha. É o esporte mais praticado no país e o que tem mais resultados. Desde 2006, quando virou independente, o Comitê Olímpico do país deu prêmios aos melhores do país no esporte e apenas uma vez quem ganhou não foi um jogador ou uma equipe do polo.
No judô, o jovem Srdan Mrvaljevic foi medalha de prata na categoria até 81kg no judô, vencendo na semifinal o supermedalhista Leandro Guilheiro.
MACEDONIA
O país foi a grande surpresa do pré olímpico europeu de basquete, perdendo na semifinal e, em julho, é um dos favoritos a conquistar a vaga olímpica pelo pré olímpico mundial. Os times de polo aquático e de handebol também são bons, mas acabaram sem a vaga na Olimpíada, caindo nos pré olímpicos mundiais. A capa do site do Comitê Olímpico do país é uma homenagem as duas equipes que ficaram perto da classificação e "derão grande contruibuição para afirmação do país ". A única medalha olímpica do país na história veio em 2000, na luta olímpica.
CROÁCIA
Em termos olímpicos, é o país mais forte da região. Só na Olimpíada de 2008 foram 105 atletas, mas nenhuma medalha de ouro. Os principais esportes do país são o polo aquático, já citado acima, e o handebol, em que o país foi campeão olímpico em 2000 e 2004 e é uma das forças para Londres.
Outro grande nome do país, que acabou ficando sem o ouro em Pequim, é a saltadora Blanka Vlasic, que é conhecida pelas dancinhas que faz a cada vitória. Ela foi campeã mundial em 2009 mas não foi muito bem ano passado.No quadro de medalhas dos mundiais em 2011, ficou com duas pratas e seis bronzes.
ESLOVÊNIA
Briga com a Croácia pela liderança em termos de medalhas na região. O grande nome é Peter Kauzer, da canoagem slalom, atual bicampeão mundial do k-1. No lançamento de martelo tem Primoz Kozmus, atual campeão olímpico da prova, que foi bronze no último mundial e segue na briga por medalhas mesmo depois de uma aposentadoria temporária em 2009. Por fim, o atirador Rajmont Debevec está classificado em busca do seu bicampeonato olímpico.
BALCÃS x BRASIL
Kelmedi é uma das principais adversárias de Erika Miranda na categoria até 52kg do judô. As duas se enfrentaram duas vezes, com uma vitória para cada lado.
O atleta da Servia Damir Fejzic foi campeão europeu de taekwondo na categoria até 68kg e pode atrapalhar as pretensões de Diogo Silva em Londres.
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