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domingo, 30 de outubro de 2011

Uma homenagem ao Polo Aquático Feminino LA MUSA: Luiza, do polo aquático, mostra corpo de fera e jeito de bela

Jogadora que disputa o Pan chama a atenção pelo físico avantajado e confessa que demorou a se acostumar com rispidez do esporte

Por Gustavo Rotstein Direto de Guadalajara, México em 26/10/2011 - às 08h05 postado no site; www.globoesporte.com

Com 1,78 metros e 79 quilos, muitos deles de músculos, Luiza Carvalho tem um físico de impor respeito. Algo necessário quando se é integrante da seleção brasileira de polo aquático que disputa os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. E apesar de competir num esporte marcado por jogadas ríspidas, fora da piscina ela procura compensar isso com sua faceta bela.

la Musa Luiza Carvalho Pan Pólo Aquático (Foto: Gustavo Rotstein / Globoesporte.com)
Luiza Carvalho mostra o sorriso após mais uma partida do Brasil no Pan de Guadalajara (Foto: Gustavo Rotstein / Globoesporte.com)

Ela lembra que o porte físico foi mudando à medida que passou intensficar a prática do polo aquático. Algo com o qual, aos 28 anos, ainda procura se acostumar. Por isso, quando não está praticando seu esporte, Luiza deixa aflorar seu lado delicado, mas no momento que entra na piscina, se transforma.

- Cresci fisicamente com o polo. Para falar a verdade, quando estou fora da piscina não gosto de ser tão grande assim. Mas quando estou jogando, adoro ser deste tamanho! - brincou.

Luiza se diz habituada à brutalidade títpica dos jogos de polo aquático, mas confessa que amigos e familiares não se mostram muito confortáveis quando assistem a ela muitas vezes trocando puxões e sofrendo arranhões na piscina.

Luiza Carvalho polo Pan (Foto: Satiro Sodré / Agif)
Na piscina, musa se diz habituada à rispidez(Foto: Satiro Sodré / Agif)

- Demorei a me acostumar a tudo isso que envolve uma partida. Tanto que no começo apanhei bastante. Assim, todo mundo me cobrava dizendo que eu era grande e não fazia nada. Agora estou habituada, mas minha mãe, por exemplo, não gosta de me ver jogando - disse.

Formada em fisioterapia, Luiza Carvalho ainda espera o melhor momento de fazer pós-graduação e começar a trabalhar no esporte de outra forma, no ramo da ortopedia. Enquanto isso, coloca em prática suas habilidades como massagista.

- Durante as competições não preciso fazer nas meninas, porque há profissionais para isso. Mas normalmente faço em algumas pessoas, sim.

Fotos do Jogos Panamericanos do site TERRA

Uma homenagem aos atletas da Seleção Brasileira de Polo Aquático Masculino e Feminino.

Análse do Pan pelo Técnico Antonio Canetti

Primeiramente agradecemos ao Professor e Técnico do Clube de Regatas do Flamengo ANTONIO CANETTI pelas análises durente os Jogos Panamericanos de Guadalajara, que hoje termina, abaixo sua análise sobre a Seleção Brasileira Masculino:

"Gostaria de mais uma vez Parabenizar a equipe masculina pela conquista da medalha de Bronze..Pelo que eu vi na tv foi uma equipe unida e com muita vontade de vencer..Mostrou mais uma vez que experiencia conta, e conta muito. exelente partida do nosso centro gabriel e do nosso goleiro Marcelinho! a meu ver esta garotada junta por um periodo maior e com mais alguns que ficaram no Brasil terao um ganho de apredizado grande. Que nas proximas competicoes internacionais, nao perderiamos um jogo como foi a semi contra o Canada. Sobre Cuba mostrou um time forte fisicamente, mas sem tecnica e tadica de jogo a nivel internacional.Sobre a decisao da medalha de Ouro fiquei surpreso com o baixo nivel tecnico das duas equipes. Creio que estas duas equipes terao que trabalhar forte se realmente quiserem se manter no primeiro grupo do Polo Mundial."

Abs
Canetti

sábado, 29 de outubro de 2011

Brasil dispara no fim, vence Cuba e conquista bronze no polo aquático

Postagem do site: www.globoesporte.com -GLOBOESPORTE.COM Guadalajara, México - 29/10/2011 - 19h46 - Atualizado em 29/10/2011 - 20h35

Cuba até tentou equilibrar o jogo, mas, com uma grande atuação no quarto período, o Brasil venceu a disputa pelo bronze no torneio de polo aquático masculino nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Com 6 a 0 no último quarto, a seleção brasileira ganhou a partida por 14 a 7 e conquistou o terceiro lugar no Pan.
Brasil comemora o bronze no pólo aquático no Pan do México (Foto: Satiro Sodré / Divulgação Agif)
Brasil comemora o bronze no pólo aquático no Pan de Guadalajara (Foto: Satiro Sodré / Divulgação Agif)
Gustavo Guimarães comemora gol do Brasil no pólo aquático (Foto: Satiro Sodré / Divulgação Agif)
Gustavo Guimarães comemora gol do Brasil
(Foto: Satiro Sodré / Divulgação Agif)

O Brasil ficou na frente desde o início da partida, depois que Gabriel Rocha abriu o placar. A vantagem aumentou para dois gols em seguida, mas Rivas conseguiu o empate com 0m02s no relógio (4 a 4). No segundo quarto, a seleção brasileira melhorou na defesa e o ataque só não marcou mais gols por causa da boa atuação do goleiro cubano Lara. Mesmo assim, Gabriel Rocha e Marcelo Franco voltaram a colocar a distância em dois gols.

Cuba novamente equilibrou o duelo no terceiro quarto, e Rivas voltou a empatar o jogo, mas a seleção verde-amarela conseguiu mais uma vez continuar na frente (8 a 7). O último período foi do Brasil. Bem no ataque, o time brasileiro aproveitou o desespero adversário para ampliar a vantagem até vencer por 14 a 7.

Gabriel Rocha terminou com três gols, Ruda Franco, Henrique Carvalho, Marcelo Franco e Jonas Crivella fizeram dois cada um. Gustavo Guimarães (o Grummy), Emilio Vieira e João Coelho completaram o placar.

Outra Postagem Sensata

Recebemos o comentário anônimo abaixo e postamos por ser sensato e objetivo. Aliás como diz o próprio comentário, nós do Touca 14, temos com o principal objetivo a valorização dos nossos atletas, queremos e sempre vamos reivindicar melhores condições para eles.

"Se a CBDA não fosse o feudo que é, se as críticas fossem recebidas como uma forma de colaboração, se não houvessem represálias covardes, não haveria anonimato.

O texto sem assinatura, de fato, incomoda. Mas, é uma maneira de mostrar que os desmandos, a falta de planejamento, o descaso, os equívocos, não são ignorados, mesmo por quem está de fora. E que, em vez de ficar com raiva dos comentários, os que se locupletam e vivem da boquinha, deveriam procurar ouvir o "ronco das ruas" e tentar fazer alguma.
Felizmente, mais dia, menos dia, tudo muda. Só espero que os que vierem, façam diferente, e cheguem com um pensamento de que, em primeiro lugar, estão os astros da companhia - os(as) atletas. São eles(as) que precisam ser valorizados, incentivados, apoiados e ter as melhores condições para se dedicarem ao que sabem e mais gostam de fazer, conscientes que a estrutura não fará gols, nem defenderá um chute à queima-roupa, mas, que está ali para ajudar, e não apenas pra se dar bem, como hoje acontece."

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Análise do Pan pelo Técnico Antonio Canetti III

Novamente o técnico e professor Antonio Canetti, faz uma análise sobre a brilhante conquista do Brasil - medalha de bronze:

"Boa noite amigos e em especial meninas!!
disputa de medalha de bronze no polofem do Brasil e' como se fosse disputa de um ouro olimpico! somente quem esta la sabe o que representa esta medalha. e ela foi sofrida novamente mas gracas a Deus veio para nos... sobre o jogo foi realmente uma final.. disputadissimo no emocional, valente na pegada e com o coracao na boca.. todas as meninas estao de parabens pela conquista. e em especial ao prof Roberto Chiappini que amargou aquela derrota injusta em 2007. um jogo coletivo se ganha com todas as pecas. mas este jogo tivemos duas jogadoras em especial
MARINA CANETTI e TESS OLIVEIRA . marina pela determinacao em fazer os gols. e Tess em nao tomar os gols..
Mais uma vez Parabens a todas as meninas que jogam polo no Brasil. e Esperamos um 2012 com muito incentivo da CBDA a elas."
abs.
CANETTI

Sobre a final fem, mostrou um jogo de alto nivel tecnico.realmente estas duas equipes estao entre as melhores do mundo.
Uma partida que nao merecia ter um perdedor. Pena que só valia um vaga olimpica. Torci muito pelas americanas que nos recebeu na california um mes antes do pan e torceu muito pelo sucesso das Brasileiras. isto sim foi um grande reconhecimento do nosso trabalho com as meninas.

abs.
Canetti


Jogos Panamericanos - Final Feminina

Final:

Estados Unidos 27 Canadá 26 - ESTADOS UNIDOS - MEDALHA DE OURO
(1-1, 1-4, 2-2, 4-1/0-0,0-0/19-18)

Medalha de Bronze - BRASIL - MEDALHA DE BRONZE

Brasil 9 Cuba 8

(2-1,1-2,4-3,2-2)

Disputa de 5º lugar

México 13 Porto Rico 15

(3-2,3-5, 4-5, 3-3)

Disputa de 7º lugar:

Argentina 8 Venezuela 7
(2-2, 2-1,2-1,0-2/1-0,1-

Um elogio as duas seleções

Recebemos este comentário e publicamos como postagem devido mesmo sendo anonimo, achamos que o comentarista falou corretamente sobre a campanha do Pan e o futuro das seleções de polo aquático:

"O técnico Antonio Canetti, com toda a sua estrada no Polo aquático brasileiro, fez duas análises bastante lúcidas das partidas disputadas contra o mesmo Canadá pelas equipes masculina e feminina brasileiras, no Pan de Guadalajara.

Sobre o masculino, eu diria apenas que ele foi econômico em dois aspectos: não destacou a grande evolução técnica e tática que a equipe teve desde o Mundial, nem lembrou de todo o sacrifício e entrega que esses jovens se impuseram para estar ali, disputando de igual para igual com as duas maiores forças das Américas no esporte. É visível a mudança de postura, tanto ofensiva quanto defensiva, alcançada pelos atletas com a ajuda do técnico Goran Sablic, o que nos permite sonhar com uma participação em Londres, na hipótese de vitória no pré-olímpico. Embora nada seja garantido, o bronze deve vir, não como um consolo, mas como um prêmio para esse grupo, que mostrou estar (quase) pronto. Estão de parabéns.
Quanto ao feminino, onde também houve uma considerável renovação, como bem lembrou o Canetti, chega ao desempenho esperado - também deve trazer o bronze - mas, ainda tem um caminho maior a percorrer que os rapazes. Fizeram uma boa competição, mas, da mesma forma, carecem de mais apoio e incentivo à descoberta de novos valores. Também está sendo elogiável, de todas as formas, o que elas estão realizando em águas mexicanas.
A lamentar apenas que o polo continue sendo o patinho feio dos esportes aquáticos, com dirigentes que em nada contribuem para o desenvolvimento da modalidade, não só por sua omissão como pelas decisões estapafúrdias que norteiam suas ações.
O Pan vai acabar e não sabemos o que será feito desse grupo, nem do técnico. As competições que orientam a bolsa-atleta, eleitas por quem manda no Pólo, equivalem a uma desconvocação prévia, não só para agora, como para as Olimpíadas de 2016, de atletas que poderiam chegar lá no auge de seu potencial, não fosse a visão obnubilada e pequena que impera entre eles.
Um(a) atleta de polo aquático leva, pelo menos, de 10 a 15 anos para se formar. Vide os vitoriosos times da Hungria, Croácia, Sérvia e etc, que tem veteranos de 30 ou mais anos como seus melhores jogadores. Os míopes da confederação sequer sabem disso, e quem se prejudica é o esporte nacional. Espero que, um dia, isso mude. E que não tenhamos mais os Cabrais, Coaracys e outros para atrapalhar.
Um abraço! E, mais uma vez, parabéns às duas seleções"

Em função do comentário acima, recebemos outro comentário que postamos pela lucidez apresentada, nem sempre o comentário anonimo é de critica e sim também de elogio, muitos esquecem isso, especialmente pessoas que querem apresentar um caráter democrático em outros blogs e midias:

"Sou apenas um de muitos que gostam de polo aquatico e apreciei muito as duas colocações: a do caneti e do anonimo. O que vimos nas transmissões foi apenas o resultado do trabalho que é feito. Cobramos do atleta que ele não chegue no ataque e de um 'bico" pro gol: o melhor é jogar coletivamente (segundo, o comentarista). Mas será que isto é treinado? Não adianta dar 6 chutes acertar dois e tomar quatro nas costas! Simples, né? Mas eles fazem isto no proprio clube e são até valorizados por isto ("o jogador está muito bem na partida"). Quantos gols tomamos por esta situação? O pior que aconteceu em todos os jogos. Errou a batida do penalti: quantos treinamentos foram feitos para que isto fosse evitado? O braço estava errado na defesa (segundo, o comentarista). Quem gravou os treinamentos para consertar os erros depois? Quando o tecnico croata assumiu, disse que para que os resultados acontecessem era necessário uma estrutura com varios profissionais envolvidos. Onde eles estão? Parabéns aos atletas! Vcs nos orgulham! Vcs serão criticados, xingados etc, mas são apenas o somatorio da importancia deste esporte para quem o dirige.
"

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Análise do Pan pelo Técnico Antonio Canetti II

Agradecemos novamente ao técnico e professor ANTONIO CANETTI, pela sua análise do jogo da semifinal Brasil e Canadá, que infelizmente perdemos, e colocamos o nosso blog a outros técnicos que queiram comentar este ou outro jogo.

"Primeiramente gostaria de parabenizar aos meninos do Brasil.
fizeram uma grande partida!!! perderam em pequenos detalhes.
ao meu ver o que realmente faltou foi a frieza nos meomentos cruciais do jogo. um erro do arbitro, um descontrole do adversario, a clareza de por a bola no gol e etc.. tenho certeza que 90% do que temos de melhor esta la lutando por esta medalha. e os outros 10% por aqui torcendo muito."

abs.
Canetti

Análise do Pan pelo Técnico Antonio Canetti

Agradecemos ao Professor Antonio Canetti - Técnico do Clube de Regatas Flamengo que fez uma análise sobre os Jogos Panamericanos até a presente data.

Se algum outro técnico quizer mandar sua análise agradecemos e publicaremos.

"Sobre o feminino, eu acho que esta equipe esta fazendo um bom papel no Pan. Logico que nao gostamos de tomar tantos gols assim, mas acho que os placares tem sido normal no numero de gols contra, mas nos precisamos e ter um poder de ataque melhor. Perdemos jogadoras de chute, como Camila flavinha e melina e nao temos jogadoras com estas caracteristicas no feminino para substituir no momento. Somente a Belinha e Mirela que precisam mais de bagagem no adulto. Contra Cuba na disputa de bronze, acho que elas tem grandes possibilidades vitoria, e acho que desta vez terao exito na disputa.

Sobre o masculino, acho que ficar entre os semi finalistas ja e' um bom resultado nesta equipe renovada. mas creio que teremos possibilidade de um algo mais. Um Bronze tambem sera bem vindo."

abs.

Canetti

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Brasil supera Venezuela e avança às semifinais do Pan-Americano 2011

Postagem do site: www.globoesporte.com - 25/10/2011 13h54 - Atualizado em 25/10/2011 14h56

Sem sustos, a seleção canarinho derrota as adversárias por 10 a 3, no polo aquático feminino, na tarde desta terça, no complexo aquático Scotiabank

Por GLOBOESPORTE.COM Guadalajara, México

A seleção brasileira de polo aquático deu um show na piscina de Guadalajara. Se na última partida, elas foram massacradas pelas canadenses, favoritas ao título, a história foi inversa nesta terça-feira. Com um desempenho impecável, o time verde-amarelo derrotou, sem dificuldades, a Venezuela por 10 a 3 (4/0, 2/2, 2/0 e 2/1). A vitória levou a equipe às semifinais dos Jogos Pan-Americanos. Já as rivais, continuaram como lanternas e se despediram da competição.

Izabella Chappini na partida do pólo aquático contra a Venezuela no Pan (Foto: Satiro Sodré / Divulgação Agif)
Izabella se prepara para arremessar a bola, durante a partida contra a Venezuela
(Foto: Satiro Sodré / Agif)

O Brasil foi o primeiro a balançar as redes do complexo aquático Scotiabank. Cristina marcou e deixou a seleção canarinho em vantagem no confronto sul-americano. Depois do susto que as venezuelanas pregaram na goleira Tess, quando a bola espirrou no travessão, sua irmã Catherine arremesou de longe e acertou no ângulo para anotar o segundo. A vantagem verde-amarela deixou o time mais tranquilo na piscina, sem deixar o nervosismo da última partida voltar à tona. No último minuto do primeiro quarto, Cecília e Gabriela ampliaram: 4 a 0.

As brasileiras entraram cheias de energia e com muito volume de jogo no segundo quarto. Logo no início, Cristina recebeu pela direita e lançou a bomba no canto esquerdo do gol para marcar o quinto. Na sequência, a venezuelana Patsy anotou o primeiro das adversárias e diminuiu o placar. Aos sete minutos de bola rolando, Tess ficou cara a cara com Rivero, que arremessou com força, sem chances de defesa: 5 a 2. Mas não deu nem tempo para comemorar. Com muita categoria, Izabella dominou e acertou no ângulo. O sexto gol deixou a equipe ainda mais perto da vaga na semifinal do torneio.

Gabriela Dias seleção brasileira feminina polo aquático  (Foto: Satiro Sodré / Divulgação / Agif)
A brasileira Gabriela domina e foge da marcação
adversária (Foto: Satiro Sodré / Divulgação / Agif)

O terceiro quarto foi mais disputado, e Tess precisou defender um pênalti para assegurar a vantagem assim que começou a etapa. Com Fernanda, o time canarinho aumentou: 7 a 2. As venezuelanas ainda lutavam para encostar no marcador, mas Gabriela acabou com as esperanças das rivais, após anotar o oitavo. As brasileiras não saíam do ataque, pressionando as adversárias com direito a muitas bolas na trave.

No quarto e último período, o Brasil só administrou a vantagem e ainda ampliou o placar: 9 a 2. As rivais esboçaram uma reação ao marcar o terceiro gol, mas não conseguiram acompanhar o ritmo da amarelinha. Catherine contribuiu para arrasar ainda mais a autoestima das venezuelanas, que pareciam já se conformar com o resultado: 10 a 3. A seleção canarinho volta às piscinas, nesta quarta-feira, a partir das 18h30m, em busca de uma vaga na final (a adversária ainda não está definida).

Jogos Panamericanos - 3º dia

Marina Canetti em ação, foto do site terra.

Brasil 10 Venezuela 3
(4-0, 2-2, 2-0,2-1)

Porto Rico 12 Argentina 6
(1-3, 3-0, 4-3, 4-0)

Canadá 18 México 9
(6-2, 6-3, 4-3, 2-1)

Estados Unidos 19 Cuba 3
(5-0, 4-1, 3-1. 7-1)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Jogos Panamericanos - 2º dia

Feminino:

Cuba 6 Argentina 5
(2-0, 1-2, 1-2, 2-1)

Cuba venceu em partida de nível técnico de baixo nível, a Argentina perdeu a grande oportunidade de ser a primeira surpresa do polo aquático nos Jogos Panamericanos

Brasil 4 Canadá 13
(0-2,1-3, 0-5, 3-3)

Canadá venceu fácil o Brasil demonstrando a diferença que temos no continente americano entre a América do Norte e o resto da América.


México 17 Venezuela 7
(5-1, 5-3, 3-2,4-1)

Estados Unidos 24 Porto Rico 4
8-0, 7-2, 7-1, 2-1)

domingo, 23 de outubro de 2011

Jogos Panamericanos - 1º dia - BRASIL GANHA NO FEMININO E NO MASCULINO

Feminino

Estados Unidos 20 Argentina 0
(4-0, 6-0, 3-0, 7-0)

Comentários do jogo: Não houve jogo e sim um massacre dos Estados Unicos.
Arbitragem: André Dexter.

Cuba 13 Porto Rico 12
(4-4, 3-2, 2-3, 4-3)

Cuba ganhou por ter melhor preparo físico, jogo muito igual só decidido no aspecto físico.


Brasil 8 México 5
(2-2,3-2, 2-0, 1-1)

Análise pré-jogo do Professor Antonio Canetti:

O México naturalizou 4 americanas de origem mexicana, moradoras da cidade de Commerce, grande Los Angeles.
O Brasil vai depender das suas chutadoras,

Análise do Professor Antnoio Canetti no intervalo do segundo apra o terceiro quarto:

"Assisti ao jogo pelo site da terra. vi duas equipes com o mesmo padrao de jogo que usavam a anos.. nada de diferente. pressao chutes de longe e muita agarracao. das jogadoras.. um Polo feio. sem tecnica.. mas que no conceito feminino esta valendo".

Canadá 23 Venezuela 2
(5-1, 6-0, 6-1, 6-0)

MASCULINO:

Estados Unidos 16 Venezuela 3
(7-0, 5-2, 3-1, 1-0)

Brasil 10 Argentina 8
(3-2, 2-1,3-3, 2-2)

Colômbia 11 Cuba 12
(2-2,3-3,4-5,2-2)
Árbitro: José Werner

Canadá 16 México 4
(3-0, 6-0, 3-1, 4-3)

sábado, 15 de outubro de 2011

Jogos Pan-americanos: ufanismo ou realidade? - Depoimento de um ex-atleta da natação

Abaixo depoimento de ex-atleta da natação que coloca com precisa independência e coragem o que é realmente os jogos panamericanos:

O hoje advogado e pós-graduado em Comércio Exterior e Direito Esportivo, Alan Pessotti foi atleta de natação, integrando a delegação brasileira em várias competições internacionais. Capixaba, ele nadou pelo Vasco, Flamengo e na Itália. Especialista nos 100m peito, o auge de sua carreira foi entre 1996 e 2000, uma época em que a limitação dos recursos para o esporte contrasta com a fartura de agora.

A partir de um comentário sobre a realização dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, sugeri que Pessotti escrevesse sobre a importância do evento para o nosso contexto esportivo. O texto está a seguir, e o autor aborda o que aqui muito se discute: a pressão dos cartolas, as cobranças de clubes e patrocinadores, o ufanismo da imprensa diante de eventos nem sempre expressivos e, também, a “meritrocracia” usada pelo COB para a distribuição dos recursos da Lei Piva.

Confiram o texto:

Estive nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg em 1999 como atleta da natação. Voltei sem medalha, pois tive uma contusão na virilha, durante a fase de aclimatação, nos Estados Unidos.

Na ocasião, era atleta do Flamengo e fazíamos nove sessões semanais de treinos. Já na tal aclimatação passamos para 12, o que certamente causou a minha contusão. Aliás, estávamos lá gastando a verba do COB sem a mínima necessidade, pois não havia um fuso-horário considerável.

Mas o que uma mera contusão tem a ver com a real importância dos Jogos Pan-americanos? Tudo. Ela tem a ver com a pressão colocada pela Confederação nos treinadores por resultados (o que fez com que meu técnico se equivocasse na parte final do treinamento). Os clubes pressionavam os atletas para demonstrar seu poderio perante os rivais em um hipotético quadro de medalhas clubístico, enquanto o COB pressionava as Confederações. E hoje a situação deve estar ainda pior, pois um dos critérios para a distribuição de verbas públicas é o rendimento de cada modalidade no Pan.

Na época, minha preferência era ter participado das Universíades, competição muito mais forte e de nível realmente de altíssimo nível, perdendo em importância apenas para Olimpíadas e Mundial em piscina longa. Mas isto era impensável estando atrelado a um clube e submetido a vaidades de treinadores e dirigentes em uma época de disputas acirradas nos esportes olímpicos entre Vasco e Flamengo.

É bom sermos campeões, o povo gosta de ver o Brasil vencendo. Dá muito mais audiência um brasileiro vencendo uma competição de nível duvidoso do que sendo finalista em um campeonato mundial.

Mas falta ética para a grande parte da imprensa. No afã de maximizar os feitos brasileiros no Pan, simplesmente "esquece" de dizer quem são os adversários e, principalmente, quais adversários não estavam presentes.

Muitas vezes falta ética também aos próprios atletas e treinadores, que omitem à imprensa e patrocinadores a real amplitude das vitórias. O resultado deste ciclo vicioso é uma série de desculpas esfarrapadas nas Olimpíadas. Afinal, para quem era um fenômeno como virou um atleta normal em um ano?

A televisão, em maior grau dentre os veículos de comunicação, prima pelo ufanismo nacionalista e chega ao ponto de criar eventos pré-formatados para que o Brasil vença. De que vale um "Mundialito de Beach Soccer", "Jogos Mundiais de Verão", "Short Triathlon", "Desafio Internacional de Bolinha de Gude"? A resposta é muito simples: para o narrador poder chegar ao clímax berrando É DO BRASIL!!!!!!!!

Pão e circo? O pão no Brasil atual é equivalente às "bolsas" que o governo dá à população carente e o circo hoje é o esporte. Simples assim.

Alan Pessotti, 38 anos, é o atual recordista sul-americano master dos 50m e 100m peito, 100m medley, 4x50m livre e 4x50m medley; e 1º do ranking mundial master, em 2006, 2007 e 2008.

postagem do blog do José Cruz no site:www.uol.com.br de 13/10/2011 às 22h15 min.

Entrevista com o principal "executivo" do COB

Abaixo, transcrevemos a maior parte da entrevista com o ex-atleta do voleibol masculino MARCUS VINICUS, e antes colocamos um pequeno resumo de sua vida de ex-atleta e profissional. Ressaltamos que antes de se dedicar ao mundo esportivo foi vitorioso no mundo privado, diferentemente de alguns diregentes e demais participantes do polo aquático brasileiro, que se sairem do mundo esportivo vão com certeza dificuldades no mundo privado. Importante ressaltar quando ele diz que os Presidentes das Confederações não podem ser remunerados, mas defende a real profissionalização destas confederações. Demonstrando que no COB, não existe a centralização da CBDA, pois o Presidente e Vice Presidente são voluntários, que exercem mais as funções de política e relações instituicionais e iinternacionais. Abaixo da presidência existem dois executivos, ele que poderiamos chamar de Superintendente Esportivo, e o Senhor Sérgio Lobo o Superintendente Adminstrativo Financeiro. Essa estrutura que nos parece bem pensada e profissional, não observamos na atual estrutura da CBDA, em que a centralização até como forma de manutenção de emprego e coação a técnicos, atletas, dirigentes e árbitros ainda impera pelo menos no polo aquático brasileiro. Alguém sabe por acaso o nome do chefe da delegação brasileira de polo aquático brasileiro masculino e feminino no Pan de Guadalajara?

CHEFE DE MISSÃO X CEO
    • REUTERS/Mike Blake
    Até 2008, Marcus Vinícius (na foto ao lado do presidente do COB, Carlos Nuzman, em 2000) foi chefe de missão do Brasil nos grandes eventos, como Olimpíadas e Jogos Pan-Americanos. Guadalajara-2011 é o primeiro após a passagem do cetro para Bernard Rajzman, outro ex-jogador de vôlei.
"Quando cheguei ao México e peguei minha credencial, vi que ela não tem o símbolo do garfo e faca, que é o que dá direito a comer na Vila. Depois de 12 anos, é a primeira vez em que eu não vou mais comer na Vila dos atletas. E outra. Também tive de pedir credencial e fiquei até esperando por meu ingresso para a abertura"

Um dos motes do trabalho de Marcus Vinícius Freire como superintendente do COB é a profissionalização. Um dos projetos criados foi o Time Brasil, para ajudar na preparação dos atletas para grandes eventos. Idealizado em 2009, começou a funcionar em 2010, com R$ 5 milhões. Em 2011, os investimentos subiram para R$ 18 milhões.

"Não posso mais cortar, mas tenho de dar, no mínimo, um suporte igual ao dos melhores do mundo para nossos atletas. Hoje, o que o Brasil tem é o que o alto nível tem lá fora. Austrália, Alemanha, Estados Unidos. Queremos acabar com o "se". "Se eu tivesse treinado na altitude", "Se eu tivesse o melhor tênis", "Se eu tivesse o técnico coreano". Nessa hora, nós perguntamos: qual o nome desse coreano?".

Textos da Entrevista ao site www.uol.com.br

O Pan de Guadalajara é o primeiro em que você não é chefe de missão. O que mudou?

De 99 a 2008, eu era voluntario no COB. Quando parei de jogar, me formei em economia e fui trabalhar em banco e seguradora. Nos últimos 15 anos, trabalhei como executivo e tirava férias para trabalhar aqui. Foi assim em Sydney, em Atenas, em Pequim, na República Dominicana, no Rio. No fim de 2008, fui convidado para assumir o cargo de executivo do COB. O objetivo era juntar as duas experiências, dos 16 anos em que fui jogador de vôlei com os 15 anos como executivo. É uma função completamente diferente.

Como CEO do esporte nacional, você assume funções que, no passado, foram do presidente?

Não. No COB, o presidente e o vice são voluntários. Nós temos dois executivos. Eu e o Sérgio Lobo, que é do administrativo e financeiro. O meu negócio é esporte. O presidente e o vice fazem uma função mais política e de relações internacionais e institucionais. Essa não é a minha. Meu negócio é esporte.

O que você mudou no modo como o COB trabalha desde que assumiu a função?

Hoje a missão brasileira é profissional. Ela era muito esportiva. Hoje, não é mais. Cada área tem seu especialista. Nosso gerente financeiro do COB é quem está cuidando dessa área na Vila. Antes, quem cuidava do dinheiro era um cara do esporte. Esse conceito foi mudado em função da profissionalização. Em La Loma, tínhamos uma menina especialista em eventos. E ela não precisa entender nada de esporte. Precisa entender de administrar um restaurante, de controlar a saída e chegada do material, da saída e chegada de pessoas. Quem montou todo o projeto Guadalajara nunca fez esporte.

Isso já é legado da organização do Pan de 2007 no Brasil?

O Pan no Brasil mudou a cara do esporte brasileiro. Dali pra frente, nós vimos que com ação profissional conseguiríamos ter mais parceiros. E junto com isso, veio a candidatura olímpica, que era para 2012 e virou 2016. E isso aglutinou mais ainda o interesse das empresas. Deu a possibilidade de profissionalizar, porque eu não posso ter profissionais se não tenho dinheiro para isso. Eu trabalhava em banco, não ganho o que ganhava em bônus, até porque a lei não permite bônus, mas tenho um salário. E, para montar a equipe, tinha de pagar um mínimo para tirar as pessoas das empresas em que elas trabalham. Não tiro ninguém de empresas grandes sem ter respaldo de grandes parceiros. Eu preciso saber que tenho um projeto não de três ou quatro anos, mas de dez anos. O Pan de 2007 deu essa garantia.

Apesar da profissionalização do COB, as confederações ainda engatinham nesse aspecto, certo?

Estamos apostando na qualificação de dirigentes. Mas, como não se paga, e pela lei os presidentes de confederações não podem ser pagos, ninguém se candidata. Quando eu trabalhava no banco, todo mundo queria o meu lugar e eu tinha de mostrar resultado para que um garoto mais novo que eu não assumisse minha função, trabalhando mais do que eu pela metade do meu salário. No caso das confederações, você tem a tendência de não ter candidatos.

E qual a saída para isso?

O caminho pode ser a criação do executivo. A ideia do COB, eu acho, quando montou o formato profissional, foi mostrar que esse modelo é possível. O cara pode ser presidente da confederação pela vida inteira se tiver um executivo trabalhando [em sua confederação]. Tem de profissionalizar para baixo.

Você falou que o presidente pode ser presidente a vida toda. Qual a sua opinião sobre limitar as reeleições em confederações?

Eu tenho duas teorias. A primeira é que, em quatro anos, você não faz nada em perfil internacional. Eu fiquei três Olimpíadas na minha função anterior. Na primeira, não conhecia ninguém. Na segunda, ninguém me conhecia. Na terceira, todo mundo me conhecia e eu conhecia todo mundo. Acho que menos do que uma reeleição, é difícil fazer um trabalho no nível internacional. O hipismo, agora, tem um problema assim. O presidente [Luiz Roberto Giugni] não poder ser reeleito, apesar do bom trabalho feito. Acho que o mínimo seriam dois mandatos. Mas a solução ideal é a feita pelo COI, com 12 anos. Quatro é pouco, para o nível internacional. Precisa de pelo menos oito. E 12 é o que eu acho o tamanho legal.

Você é contra, então, reeleições ilimitadas?

Cada caso é um caso. Muitas vezes você não tem escolha, não tem candidato. Isso é algo que estamos tentando melhorar com a qualificação. Temos um erro, no meu entender, ao dizer, na legislação, que não pode remunerar esse presidente. Diminui o número de candidatos. Acho que esse assunto deveria ser revisto. E muitas vezes, é pior obrigar um presidente a deixar o cargo do que manter o cara por lá. Pode ser pior a emenda do que o soneto. O negócio é que, juridicamente, cada confederação é independente. O remo é um exemplo disso. Deu poder para todo mundo, federações, técnicos e atletas, mas não conseguiu aprovar o novo estatuto.

Você, hoje, é o nome mais forte dentro do COB abaixo do Nuzman. O próximo passo é ser presidente?

Eu não tenho perfil. Minha função é executivo. Meu histórico é esse. Nunca fui votado para. E acho que não seria votado nem se tentasse.

Pedido de Tempo

Foi postado hoje no site uol: www.uol.com.br, as chances de todos os esportes nos Jogos Panamericanos de Guadalajara de 2011, para os jornalistas as chances do Brasil são média, tanto no masculino quanto no feminino.

Clique aqui para ver a reportagem.

O portal Terra: www.terra.com.br, está prometendo a transmissão ao vivo de todos os jogos de polo aquático do Brasil na internet, não sabemos se a transmissão vai ser liberada para todos os usuários da internet ou apenas para os assinantes. Nas últimas Olimpíadas, algumas competições foram liberadas para não assinantes do Terra.

Em relação ão Torneio Masters de Santos será cobrada para categoria feminina: valor da inscrição R$ 50,00 por jogadora, mínimo 8 jogadoras por equipe. Maiores informações com Klauss L. Celadon - e-mail: klceladon@hotmail.com

Foi publicado na Revista Veja (hoje nas bancas), uma denúncia contra o Ministro dos Esportes Orlando Silva, segundo informações de um correspondente TOUCA 14 de Brasília, isso é apenas o início de investigações que atingirão todos os esportes em função da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas de 2016
. Lembramos que o Ministério Público Federal e Polícia Federal já começaram a investigar o antes todo poderoso RICARDO TEIXEIRA da CBF.

Veja reportagem sobre este caso clicando aqui
É uma determinação pessoal da Presidente Dilma.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Pedido de Tempo

Definidas as seleções brasileiras de polo aquático masculina e feminina e respectivas comissões técnicas, que representarão o Brasil nos Jogos Pan-Americanos Guadalajara 2011, no período de 16 a 30 de outubro de 2011.

MASCULINA

Chefe de Equipe: Ricardo Gomes Cabral - CBDA

Técnico: Goran Sablic - CBDA

Aux. Técnico: Bárbaro Dias – ECP

Medico: Claudio Cardone - CBDA


Atletas:


E. C. PINHEIROS

Felipe Silva

Danilo Correa

Marcelo Franco

Luis Mauricio Santos

Emilio Vieira


SESI-SP

Ruda Franco

Gustavo Guimarães


FLUMINENSE F.C

Jonas Crivella

Marcelo Chagas

Bernardo Rocha

Gabriel Reis


BOTAFOGO F. R

João Felipe

Henrique Moniz


FEMININA


Chefe de Equipes: Ricardo Gomes Cabral - CBDA
Medico: Claudio Cardone - CBDA

Técnico: Roberto Chiappini – ECP

Aux. Técnico: Pablo Cuesta - CAP


Atletas:


E.C. PINHEIROS

Tess Oliveira

Luiza Carvalho

Izabela Chiappini

Marina Zablith

Fernanda Palma

Gabriela Mantelato

Catherine Oliveira


C. A. PAULISTANO

Cristina Beer

Mirela Coutinho

Gabriela Leme


C. R FLAMENGO

Marina Canetti

Cecilia Canetti

Manuela Canetti