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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Autoridade Pública Olímpica passa para o Ministério do Planejamento

Despencou o prestígio do Ministério do Esporte diante do Palácio do Planalto. Na quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff determinou que todas as ações da Autoridade Pública Olímpica passam imediatamente à responsabilidade do Ministério do Planejamento.

A decisão está no Decreto nº 7.560/2011, publicado no Diário Oficial de sexta-feira.

A Autoridade Pública Olímpica, com autoridade administrativa e financeira, é um consórcio formado pela União e governos Estadual e Municipal do Rio de Janeiro, para gerenciaram as ações dos Jogos Olímpicos 2016.

É a segunda decisão da presidente Dilma que esvazia afeta o prestígio do Ministério do Esporte e, por extensão, do PCdoB, do ministro Orlando Silva - que chegou a ser apontado para o cargo de presidente do consórcio. Não passou de especulação, pois a presidente Dilma optou por Márcio Fortes, ex-ministro das Cidades, para comandar o órgão, com sede no Rio de Janeiro. O orçamento da APO para 2012 está previsto em R$ 155 milhões.

O projeto original da APO, elaborado pelo Ministério do Esporte, previa preencher 484 cargos. Porém, o Congresso Nacional aprovou apenas 181 cargos e o presidente Márcio Fortes já anunciou que em 2012 trabalhará com apenas um terço desse potencial, ou sejam, 60 profissionais.

postagem do blog do José Cruz - 11/09/2011 - às 22:45 horas - detnro do site: www.uol.com.br

Segundo informações fidedignas a vaga para o polo aquático está seriamente ameaçada, parabéns a nossa Presidente Dilma.

sábado, 23 de julho de 2011

Raul Alberto Rasmusen Amaya é o nome ideal para Supervisor de Polo Aquático da APO

Tendo em vista que o candidato natural ao cargo de supervisor de polo aquático na Autoridade Pública Olímpica declarou ao blog co-irmão, que trabalha modestamente para participar apenas a nível municipal em relação as Olimpíadas de 2016, neste caso será na Autoridade Pública Municipal, que terá como chefe a Dra e ex-Secretária Municipal de Fazenda da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e executiva de finanças Maria Silvia Bastos.

Por isto, este blog propõe e já enviou e-mail para a assessoria do Dr. Henrique Meirelles, chefe da Autoridade Pública Olímpica e para o senhor MárcIo Fortes - que será o principal executivo da APO, o nome de Raul Alberto Rasmusen Amaya, Professor da Escola Naval, ex-árbitro, e especialmente o que fez este blog indicar modestamente seu nome, foi a nomeação pela própria CBDA de membro da Comissão de Arbitragem da Própria CBDA, mesmo estando afastado do dia à dia do polo aquático nacional em relação a própria CBDA. Que apesar de ter sido até dito pelo Supervisor da Seleção Brasileiro o croata Gorin Sablic, era o melhor setor do polo aquático brasileiro, a própria CBDA na figura do Presidente Coracy Nunes ordenou a nova comissão.



Com isso brindaremos a atual direção de polo aquático da CBDA que está se esforçando e focando o crescimento do polo aquático brasileiro (MACRO), com mais de 300 jogos por ano) e no (MICRO): como por exemplo neste ano de Panamericano com excursões/clínicas antes deste na Croácia (seleção brasileira masculina) e nos Estados Unidos (seleção brasileira feminina) que certamente trarão visiveis diferenças em relação a campanha no Mundial de Xangai 2011, que num todo não foi tão ruim, e que quer modestamente o cargo municipal e teremos lá em cima um nome inquestionável do polo aquático brasileiro, além de que já conhece toda a máquina administrativa pública federal, além de vasta experiência na organização de eventos, como o último Jogos Mundias Militares, que está ocorrendo no Rio de Janeiro



E teremos com certeza um nome isento, não ligado a clubes, e nem federações que poderá com sua grande inteligência e competência ser o nome que irá sem lados brigar pelo nosso polo aquático.


Ah! antes que surgem boatos sem fundamento: ninguém deste blog irá ocupar nenhum cargo em nenhum órgão ligado ao polo aquático

terça-feira, 28 de junho de 2011

RIO-2016 – Dilma indica ex-ministro das Cidades para a APO

Nome de Márcio Fortes será levado ao Senado


Na Folha de S.Paulo


O ex-ministro das Cidades Márcio Fortes, ligado ao PP, aceitou o convite da presidente Dilma Rousseff para comandar a APO (Autoridade Pública Olímpica).

Ele estará subordinado a um conselho formado pelo ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (representante da União), pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e pelo prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes. Meirelles foi nomeado como representante da União na última sexta.

Dilma já assinou a mensagem a ser enviada ao Senado, que deverá sabatinar o ex- -ministro das Cidades.

"O combinado foi que o Meirelles fica num cargo superior, como o representante da Dilma. Existe um conselho, que vai aprovar assuntos de maior importância, como orçamento e projetos. E, como numa empresa, tem o CEO, que faz o dia a dia e executa o que o conselho elabora", explicou o ex-ministro.

De acordo com Fortes, o prazo para a Olimpíada de 2016 não pode fazer o governo "ficar tranquilo" e se preocupar apenas com a Copa, que acontece em 2014.

"Não podemos confundir a Copa com a Olimpíada. Mas temos que trabalhar porque existe um limite de tempo".

O ex-ministro declarou ainda que está inteirado das obras, por conta da experiência que adquiriu no comando do Ministério das Cidades.

"A gente fala muito de obra, mas é preciso lembrar que Olimpíada é também competir para ganhar medalhas", afirmou Fortes.

Postagem do blog Jose Cruz dentro do site:www.uol.com.br - 22/06/2011 - às 10:13 horas


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Henrique Meirelles é confirmado como autoridade olímpica do Rio-2016

  • Henrique Meirelles foi presidente do Banco Central

O Diário Oficial da União publicou, nesta sexta-feira, o decreto que confirma o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles para exercer a função de representante da União no Conselho da Autoridade Pública Olímpica (APO).

A APO foi criada para coordenar a preparação para os jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. O seu formato se baseia em experiências semelhantes usadas em outras edições dos Jogos Olímpicos, como os de Sydney, na Austrália, em 2000, e de Barcelona, na Espanha, em 1992. A criação da APO foi uma das garantias oferecidas pelo Brasil ao Comitê Olímpico Internacional (COI) durante a candidatura da cidade do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016.

Meirelles passou por sabatina no Senado e cumprirá mandato de quatro anos, permitida a recondução. Ele foi convidado para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff.

Postagem do site: www.uol.com.br - desta data - às 12:57 horas

No âmbito do polo aquático vai começar a "guerra" pela vaga de R$ 15.000,00. Já temos um favorito. Mas esse favoritismo pode mudar.........

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Autoridade Pública Olímpica e o jogo político

A Autoridade Pública Olímpica e o jogo político

Quando desembarcar no Rio de Janeiro, em 7 de junho, para mais uma avaliação sobre os Jogos de 2016, a delegação do Comitê Olímpico Internacional ainda não terá uma autoridade brasileira para dialogar em nível governamental. Pelo menos oficialmente.

Dois meses depois de convidado para assumir a presidência do consórcio Autoridade Pública Olímpica (APO), o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não foi nomeado para o cargo pela presidente Dilma Rousseff.

Para que Meirelles seja nomeado, o Senado Federal precisa aprovar o seu nome, depois de argüição pública, conforme a Lei 12.396, de 21 de março última, que criou a APO.

E por que o atraso?

Há quem garanta que Meirelles e o seu partido, o PMDB, insistem para que o cargo da APO tenha nível de ministro. Como o governo resiste à proposta criou-se o impasse.

Outro argumento: Meirelles seria candidato à prefeitura de São Paulo, na eleição do ano que vem, com o apoio do PSD, de Gilberto Kassab. Ou seja, ele teria que deixar as funções para participar da campanha.

Por isso, não seria oportuna a nomeação, e o Palácio do Planalto já estaria buscando outro nome. E isso é complicado, pois a Autoridade Pública Olímpica é um consórcio entre os governos federal, estadual do Rio de Janeiro e o municipal. Imaginem a dificuldade para chegar a um nome de consenso.

Até a crise envolvendo o ministro Antônio Palocci estaria contribuindo para a demora na ação do Senado.

Independentemente dos motivos, o governo falha no compromisso com o Comitê Olímpico Internacional, com riscos de atrasos nos cronogramas, por falta indecisões.

E quando tudo isso se resolver, ainda assim teremos outra disputa, que poderá significar novo atraso: no Senado, a comissão de Constituição e Justiça disputa com a de Educação, Cultura e Esporte o direito de sabatinar o nome indicado para Autoridade Pública Olímpico.

E no dia em que esse nome for aprovado começará, enfim a ser montado o gabinete da Autoridade Pública Olímpica: 160 cargos estão disponíveis. Novas disputas, claro.

Como se vê, os legados dos Jogos Pan-Americanos, em 2007, não foram suficientes para que avançássemos nas relações do esporte. Mesmo diante de compromissos internacionais tão sérios, a classe política continua fazendo o seu jogo. E que jogo!

Retirado do blog do José da Cruz - dia 22/05/2011 - às 0:16 horas

quarta-feira, 23 de março de 2011

Autorida Pública Olímpica: agora é lei

A Lei nº 12.396/2011, que cria a Autoridade Pública Olímpica (APO), consórcio formado pelos governos Federal, Estadual do Rio e o município do Rio de Janeiro, foi publicada hoje.

A APO terá dois anos para ser extinta, isto é, em 2018. Garantia de emprego para muita gente.Podendo ser prorrogada em caráter excepcional até 2020, ano das Olímpiadas posteriores a nossa, que provalvemente será em Roma na Itália.

O presidente será Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central no Governo Lula, e para o polo aquático mesmo com a tremenda redução de cargos, já fomos informados que teremos provalvemente os seguintes cargos: 1 cargo de supervisão (CSU) com salário de R$ 15.000,00; 1 cargo de assessoria (CAL I) com salário de R$ 15.000,00 e 1 cargo função técnica gratificada ( FTI, II ou III) com salários variando de R$ 1.000,00 até R$ 5.000,00.