Prezados amigos leitores, estamos passando por uma fase em nosso esporte que, ou tomamos providências o mais rápido possível ou ele tende a acabar (aqui no Brasil). Estive no treino do Tijuca ontem e o que mais ouvi foi: "Estou desestimulado", "Esta mudança de idade da FINA tirou minha vontade de treinar", etc. Temos lido em diversos blogs a preocupação com esta mudança da regra e de como vamos nos organizar para enfrentá-la sem proporcionar um êxodo sem limite de jogadores, que já não são muitos. Lendo mais uma matéria encaminhada pelo prof. Ricardo Cabral ele conclui: "Quem quer ser grande, que corra atrás, se planeje e realize seus sonhos.
Para isso acontecer aqui, todos nós temos que estar unidos, atentos, críticos, etc....". Em entrevista veiculada no blog do Fluminense o prof. Carlos Carvalho (técnico da equipe adulto do tricolor) também pede providências para enfrentarmos as mudanças. Aqui surge minha a minha pergunta. Acabamos de ter uma Copa Brasil Infanto Juvenil em São Paulo e nada, eu disse NADA, foi feito. Por que não aproveitaram a data e realizaram um encontro entre técnicos e dirigentes. Me corrijam se estiver errado, mas lá estavam os clubes com maior representatividade no pólo brasileiro, faltando apenas Botafogo e Guanabara. Se todos sabemos o que tem que ser feito, por que não fazemos? Acho que no fundo é só "história pra boi dormir". Falam que temos que nos unir, estar atentos, etc. mas cadê a mobilização? Vamos lá, está faltando o quê para programarmos um grande encontro a nível nacional entre confederação, federações, atletas, ex-atletas, apreciadores, mídia, potenciais patrocinadores, pais, "papagaio", "cachorro" e todos os que querem ver o pólo prosperar. Temos que sair da inércia. Só vamos sair da inércia quando o pólo acabar? Temos que tomar uma providência o mais rápido possível. Nós que estamos alimentando estes espaços com informações sobre o pólo estamos fazendo a nossa parte, cabe agora àqueles que comandam efetivamente o pólo nacional fazer a sua.
Para isso acontecer aqui, todos nós temos que estar unidos, atentos, críticos, etc....". Em entrevista veiculada no blog do Fluminense o prof. Carlos Carvalho (técnico da equipe adulto do tricolor) também pede providências para enfrentarmos as mudanças. Aqui surge minha a minha pergunta. Acabamos de ter uma Copa Brasil Infanto Juvenil em São Paulo e nada, eu disse NADA, foi feito. Por que não aproveitaram a data e realizaram um encontro entre técnicos e dirigentes. Me corrijam se estiver errado, mas lá estavam os clubes com maior representatividade no pólo brasileiro, faltando apenas Botafogo e Guanabara. Se todos sabemos o que tem que ser feito, por que não fazemos? Acho que no fundo é só "história pra boi dormir". Falam que temos que nos unir, estar atentos, etc. mas cadê a mobilização? Vamos lá, está faltando o quê para programarmos um grande encontro a nível nacional entre confederação, federações, atletas, ex-atletas, apreciadores, mídia, potenciais patrocinadores, pais, "papagaio", "cachorro" e todos os que querem ver o pólo prosperar. Temos que sair da inércia. Só vamos sair da inércia quando o pólo acabar? Temos que tomar uma providência o mais rápido possível. Nós que estamos alimentando estes espaços com informações sobre o pólo estamos fazendo a nossa parte, cabe agora àqueles que comandam efetivamente o pólo nacional fazer a sua.
Para terminar, foi uma pena o Guanabara ter desistido de participar do Estadual. A matéria postada aqui não me convenceu pois, se os meninos do infantil não podem ficar até mais tarde, será que os meninos do infanto não poderiam chegar mais cedo pro treino? Mas cada um sabe o que faz, só não pode é crucificar a FARJ depois.
5 comentários:
caro colunista,
o atleta que se diz desistimulado
por uma mudança de categoria
não deve ter paixão pelo polo,
e esta arrumando mais uma desculpa pra parar!!!
Prezado leitor, tudo na nossa vida tem limites. Coloque-se no lugar do atleta e imagine que no ano que vem você teria uma chance de disputar uma vaga na Sel. Júnior do seu país e de uma hora para outra esta deixa de existir por uma determinação do órgão máximo que rege o esporte que você tanto ama. É ou não é pra desanimar?
Um abraço, Emir
PS - Por favor se identifique da próxima vez. Nosso blog é democrático e respeitamos a todos desde que nos respeitem.
Caro Emir,
A situação do infanto do GB é a seguinte. Em primeiro lugar, a solução de inverter os treinos, isto é, os garotos do infanto treinarem com o infantil não é possível, pois essas categorias têm técnicos diferentes, com atribuições difrentes dentro do clube e horários de treinamento estabelecidos também em função de suas atividades extra-polo. Além do que o treino do infantil é junto com o da escolinha e o do infanto é junto com o juvenil. São aplicados treinamentos completamente diferentes. O atleta de infantil que fosse participar do infanto é que teria que se conscientizar de que seria necessário um certo sacrifício. Só que quanto a isso vale lembrar que dos 11 atletas do infantil, 5 são nascidos em 96 e 2 em 97. Alguns pais/mães não querem que seus filhos fiquem até tarde no clube, enquanto outros não gostaram da idéia de seus filhos de 11 anos jogando contra garotos de 15 (temos que respeitar pois cada pai é que sabe o que é melhor para seu filho). Você bem sabe, também, que essas decisões não são claras e objetivas, os pais oscilam muito, para evitar de o GB comparecer a um jogo e não ter atletas suficientes para pôr na água é que a CT resolveu não participar do Estadual.
Na escolinha existem três garotos com idade infanto, mas eles entraram agora, estão aprendendo o básico, por isso a opção de abrir mão do Estadual e montar um time para o Brasileiro em outubro.
Quanto a criticar a FARJ, a lista é longa, dá pra você pisar na bola várias vezes e ainda fica com crédito.
Abs.,
Clodoaldo.
Valeu Clodoaldo. Nosso encontro agora fica pra próxima. Espero vê-lo em breve.
Abs, Emir
Clodoaldo,
Apoio o seu comentário.
Gostei da forma como vc explicou o problema no GB.
CacauRJ
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