terça-feira, 27 de outubro de 2009

Última participação do Polo Aquático em eventos universitários

Abaixo, transcrevemos reportagem retirada da Internet - Portal Universia - da última participação do Polo Aquático em competições universitárias. Hoje, infelizmente o polo aquático não participa de nenhum competição escolar e universitária organizada pelo Ministério do Esporte. Além de não participar dos Jogos Mundiais Militares que será matéria a ser publicada posteriormente.

"Futuro do Pólo Aquático é destaque nas competições do JUBs"

Publicado em 15/07/2004 - 11:30

A cidade de São Paulo recebeu nesta quarta-feira, 14 de julho, os times universitários de Pólo aquático que estão disputando as finais da categoria da 52ª edição do JUB`s. Os jogos aconteceram na piscina do Baby Barione, na Água Branca. Os dois times que disputaram as finais foram das universidades paulistanas UNIP e Mackenzie.

O sol e o clima agradável da cidade favoreceram os atletas que temiam o frio que vinha fazendo na capital. Os dois times finalistas têm grande destaque no cenário nacional e contam com a participação de vários jogadores da seleção brasileira de Pólo Aquático, campeã Sul-Americana de 2004 e medalha de prata nos jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003, na República Dominicana.

De olho no futuro - Segundo Leandro Machado, o Flipper, técnico e jogador do time do Mackenzie e jogador da seleção brasileira, a situação do Pólo no Brasil é ainda muito inferior aos principais times do mundo. Isso se deve à falta de estrutura e de investimento neste esporte, que acaba por não possibilitar a sua profissionalização. "Eu tenho outras atividades e trabalho o dia inteiro, não tenho condições de abandonar tudo para só jogar".

Segundo Flipper, o que falta para o desenvolvimento do Pólo Aquático no Brasil, não é diferente do que falta para a maioria dos esportes coletivos: investimento. "Aqui todos esperam ter um resultado positivo para, aí sim, haver um investimento. E no esporte coletivo é muito difícil isso acontecer. Por isso a gente espera que o governo possa cumprir esse papel. Desenvolvendo o esporte. Tomando a frente. Assim, a gente pode colher um resultado positivo e, então, as empresas privadas viriam para complementar", disse Flipper.

A luta pela profissionalização do Pólo Aquático deve também abraçar a criação de estrutura para a prática do esporte, em função das pouquíssimas escolas no país que possuem piscinas, o que dificulta e cria outra característica dos esportes aquáticos no Brasil: o destaque para os clubes.

Isso se dá pela complexidade e pelo grau de dedicação de um jovem aos treinamentos nos esportes aquáticos. Neste ponto, os clubes das capitais de Rio e São Paulo são os únicos no país capazes de desenvolver atletas de alto nível.

Flipper revelou também quais são os próximos objetivos desses jovens atletas: "nosso grande objetivo são os jogos Pan-Americanos do Rio Janeiro, em 2007. Se Deus quiser a gente vai ganhar o Pan-Americano e realizar sonho de jogar uma Olimpíada".

Fonte: Assessoria de Imprensa do JUBs - Ministério dos Esportes"

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