O site globoesporte.com publicou a matéria abaixo, comentando os títulos masculino e feminino do Brasil no Sul-Americano.
BRASIL É DUAS VEZES OURO NO PÓLO AQUÁTICO
Equipes masculina e feminina vencem finais de goleada e são campeãs do Sul-Americano
Seleção masculina do Brasil não dá chances à Venezuela na briga pelo título
No último dia do Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, disputado em São Paulo, só deu Brasil no pólo aquático. Com tranqüilidade, as seleções masculina e feminina triunfaram nas finais e levaram mais duas medalhas de ouro para o país. Entre os homens, a vítima foi a equipe da Venezuela, derrotada por 15 a 4. Entre as mulheres, quem se deu mal foram as atletas da Argentina, que perderam por 11 a 3. Na seleção masculina, a decisão marcou a despedida do capitão Daniel Mameri, que marcou o último gol do confronto. Além do ouro, o Brasil terminou com o artilheiro da competição, Marcelo Franco, autor de 11 gols.
No último dia do Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, disputado em São Paulo, só deu Brasil no pólo aquático. Com tranqüilidade, as seleções masculina e feminina triunfaram nas finais e levaram mais duas medalhas de ouro para o país. Entre os homens, a vítima foi a equipe da Venezuela, derrotada por 15 a 4. Entre as mulheres, quem se deu mal foram as atletas da Argentina, que perderam por 11 a 3. Na seleção masculina, a decisão marcou a despedida do capitão Daniel Mameri, que marcou o último gol do confronto. Além do ouro, o Brasil terminou com o artilheiro da competição, Marcelo Franco, autor de 11 gols.
- Quero agradecer a todos os companheiros e técnicos com quem tive o prazer de trabalhar. Estou emocionado e feliz em parar com mais um título – diz Mameri.
No feminino, o Brasil também terminou na artilharia. Com 16 acertos, Camila Pedrosa dividiu o posto de maior goleadora da competição com a venezuelana Dalila Suarez. Um dos destaques do time verde e amarelo, Luiza Carvalho aprovou o desempenho da equipe, formada por muitas atletas jovens.
- A Argentina tem jogadoras jovens e outras experientes como a Cora, que joga na Itália. Mas assim como nós, sofre com a falta de mais jogos. Elas jogam menos do que a gente. Mas estou muito feliz com este título e com o desempenho das novatas que deram conta do recado.

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